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Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde exploram como a AI está mudando muito mais do que ferramentas: ela está mudando a própria lógica de criação, trabalho, consumo, pagamentos e poder.
A conversa começa com Vibe Coding e a tese de que AI não mata a criatividade humana — ela a destrava. Se antes criar software era privilégio de quem dominava toda a stack técnica, agora qualquer pessoa com clareza de problema, persistência e boas instruções pode transformar ideia em sistema, app ou automação.
A partir daí, o episódio entra no chamado “SaaSpocalipse”: o que acontece com software tradicional quando empresas começam a construir soluções sob medida com AI, cancelar licenças e migrar de modelo per-seat para outcome? O papo se expande para o futuro da descoberta de produtos, o papel crescente de creators e influencers na era dos agentes, e a possibilidade de o search perder espaço como principal porta de entrada para decisão de compra.
Eles também discutem stablecoins como infraestrutura natural para pagamentos entre agentes, a aceleração simultânea das corridas corporativa, científica, geopolítica e industrial pela AI, e fecham com um mergulho em Disclosure, Spielberg, UAPs e o impacto cultural de uma possível confirmação pública de vida não humana.
Se a AI mexe com tudo ao mesmo tempo, a pergunta que sobra talvez seja a mais simples — e a mais desconfortável: amanhã você ainda vai ter que trabalhar?
By Flavio Pripas, Rodrigo CondeNeste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde exploram como a AI está mudando muito mais do que ferramentas: ela está mudando a própria lógica de criação, trabalho, consumo, pagamentos e poder.
A conversa começa com Vibe Coding e a tese de que AI não mata a criatividade humana — ela a destrava. Se antes criar software era privilégio de quem dominava toda a stack técnica, agora qualquer pessoa com clareza de problema, persistência e boas instruções pode transformar ideia em sistema, app ou automação.
A partir daí, o episódio entra no chamado “SaaSpocalipse”: o que acontece com software tradicional quando empresas começam a construir soluções sob medida com AI, cancelar licenças e migrar de modelo per-seat para outcome? O papo se expande para o futuro da descoberta de produtos, o papel crescente de creators e influencers na era dos agentes, e a possibilidade de o search perder espaço como principal porta de entrada para decisão de compra.
Eles também discutem stablecoins como infraestrutura natural para pagamentos entre agentes, a aceleração simultânea das corridas corporativa, científica, geopolítica e industrial pela AI, e fecham com um mergulho em Disclosure, Spielberg, UAPs e o impacto cultural de uma possível confirmação pública de vida não humana.
Se a AI mexe com tudo ao mesmo tempo, a pergunta que sobra talvez seja a mais simples — e a mais desconfortável: amanhã você ainda vai ter que trabalhar?