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Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam cinco das discussões mais quentes da fronteira de AI agora: a resposta da OpenAI ao Mythos da Anthropic na corrida por cyber defense, o paper de Berkeley sobre peer-preservation entre agentes, a tese de que o TAM da inteligência pode ser o maior da história, a explosão de skills como nova interface prática para agentes, e a cultura de tokenmaxxing que já virou linguagem de status em Silicon Valley.
Ao longo da conversa, eles discutem por que segurança cibernética deixou de ser um tema de nicho e virou disputa estratégica entre labs, governos e plataformas. A partir daí, o papo avança para um ponto ainda mais provocativo: se modelos começam a proteger outros modelos, o problema de governança pode deixar de ser apenas humano versus máquina e passar a incluir dinâmicas sociais entre agentes.
O episódio também explora uma tese forte do momento: talvez AI não seja apenas mais uma categoria de software, mas uma camada sobre praticamente todo trabalho cognitivo. Isso ajuda a explicar tanto os valuations extremos quanto a corrida por distribuição, compute e integração. Na sequência, Flavio e Rodrigo entram no papel das skills, na normalização de workflows reutilizáveis até no navegador, e no que muda quando “saber usar AI” vira saber compor capacidades.
Fechando, eles analisam o tokenmaxxing, a prática de maximizar consumo de tokens como proxy de produtividade, e perguntam o que realmente importa na era dos agentes: gastar mais compute ou transformar compute em valor real.
Neste episódio:
By Flavio Pripas, Rodrigo CondeNeste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam cinco das discussões mais quentes da fronteira de AI agora: a resposta da OpenAI ao Mythos da Anthropic na corrida por cyber defense, o paper de Berkeley sobre peer-preservation entre agentes, a tese de que o TAM da inteligência pode ser o maior da história, a explosão de skills como nova interface prática para agentes, e a cultura de tokenmaxxing que já virou linguagem de status em Silicon Valley.
Ao longo da conversa, eles discutem por que segurança cibernética deixou de ser um tema de nicho e virou disputa estratégica entre labs, governos e plataformas. A partir daí, o papo avança para um ponto ainda mais provocativo: se modelos começam a proteger outros modelos, o problema de governança pode deixar de ser apenas humano versus máquina e passar a incluir dinâmicas sociais entre agentes.
O episódio também explora uma tese forte do momento: talvez AI não seja apenas mais uma categoria de software, mas uma camada sobre praticamente todo trabalho cognitivo. Isso ajuda a explicar tanto os valuations extremos quanto a corrida por distribuição, compute e integração. Na sequência, Flavio e Rodrigo entram no papel das skills, na normalização de workflows reutilizáveis até no navegador, e no que muda quando “saber usar AI” vira saber compor capacidades.
Fechando, eles analisam o tokenmaxxing, a prática de maximizar consumo de tokens como proxy de produtividade, e perguntam o que realmente importa na era dos agentes: gastar mais compute ou transformar compute em valor real.
Neste episódio: