Recentemente, um de nossos clientes admitiu não saber o que fazer para que o seu RH deixasse de sofrer da Síndrome do filho do meio. Ainda afirmou que o RH não se posiciona como um poderoso filho mais velho e tão pouco “bate o pé” como um impetuoso filho mais novo. Sendo assim, o que resta é uma área que tem pouco poder, pouca importância e pouca voz dentro das organizações. Isso faz sentido para você?