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Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem um momento em que mercado financeiro, inteligência artificial e estratégia nacional começam a se misturar de forma difícil de separar.
A conversa começa com a demanda reportada pelo IPO da SpaceX: mais de US$250 bilhões de interesse para uma oferta planejada em torno de US$75 bilhões. A partir daí, Flavio e Rodrigo conectam SpaceX, xAI, Starlink, Nasdaq, ETFs, fundos de pensão e a ideia de que Elon Musk está vendendo não apenas foguetes, mas uma mitologia de infraestrutura futura.
Depois, o episódio entra nos mega-IPOs de OpenAI e Anthropic, na possibilidade de a IA privada migrar para dentro dos índices de mercado e no que isso muda para a tese de "bolha de IA". Se essas empresas virarem parte de ETFs, aposentadorias e fundos passivos, a discussão deixa de ser só venture capital e passa a atravessar a economia inteira.
Na segunda metade, o foco muda para recursive self-improvement: o momento em que a IA começa a participar da construção da própria IA. A conversa passa por Claude Fable, Mythos, autonomia, julgamento humano, agentes que escrevem código, gargalos de revisão, harnesses e o risco de organizações inteiras se redesenharem ao redor de sistemas autônomos.
Por fim, Flavio e Rodrigo discutem a "Yellow Brick Road" da IA: onde startups ainda têm chance quando OpenAI, Anthropic e outros labs avançam pela application layer. A tese: wrappers horizontais ficam vulneráveis, mas workflows verticais, dados bagunçados, compliance, orquestração, educação e software customizado ainda podem criar valor real.
Neste episódio:
Entre no canal e acompanhe os próximos episódios do Between Futures.
By Flavio Pripas, Rodrigo CondeNeste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem um momento em que mercado financeiro, inteligência artificial e estratégia nacional começam a se misturar de forma difícil de separar.
A conversa começa com a demanda reportada pelo IPO da SpaceX: mais de US$250 bilhões de interesse para uma oferta planejada em torno de US$75 bilhões. A partir daí, Flavio e Rodrigo conectam SpaceX, xAI, Starlink, Nasdaq, ETFs, fundos de pensão e a ideia de que Elon Musk está vendendo não apenas foguetes, mas uma mitologia de infraestrutura futura.
Depois, o episódio entra nos mega-IPOs de OpenAI e Anthropic, na possibilidade de a IA privada migrar para dentro dos índices de mercado e no que isso muda para a tese de "bolha de IA". Se essas empresas virarem parte de ETFs, aposentadorias e fundos passivos, a discussão deixa de ser só venture capital e passa a atravessar a economia inteira.
Na segunda metade, o foco muda para recursive self-improvement: o momento em que a IA começa a participar da construção da própria IA. A conversa passa por Claude Fable, Mythos, autonomia, julgamento humano, agentes que escrevem código, gargalos de revisão, harnesses e o risco de organizações inteiras se redesenharem ao redor de sistemas autônomos.
Por fim, Flavio e Rodrigo discutem a "Yellow Brick Road" da IA: onde startups ainda têm chance quando OpenAI, Anthropic e outros labs avançam pela application layer. A tese: wrappers horizontais ficam vulneráveis, mas workflows verticais, dados bagunçados, compliance, orquestração, educação e software customizado ainda podem criar valor real.
Neste episódio:
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