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O vento varre o pó solto no chão. O sol queima a pele já esfolada pelos grãos dessa areia. O olho arde. O sertão é imensidão. Dá para dizer que também é feminino.
Nascer mulher aqui traz junto uma carga de significados e de expectativas. Da mulher sertaneja exige-se muito, e ela entrega mais. E ela sofre. E ela esquece. E ela segue.
No sertão também é notável a liderança feminina na maioria dos lares. Muitas dessas mulheres são chefes de família em idade ainda adolescente. Levadas pelas circunstâncias de uma vida com poucos recursos financeiros, educacionais, de saúde. Nessa vastidão, seguir é o que resta.
Participação: Profissionais da saúde na linha de frente da pandemia no Sertão.
ESSA PODCAST É DIVIDIDO EM TRÊS PARTES :
1) DESCONSTRUÇÃO DO ESTEREOTIPO DA MULHER SERTANEJA. Com: Adolfo Freitas
2) A VISÃO SUBJETIVA DO SER MULHER NA ARTE LITERÁRIA. Com: Luiza Correia
3) O PLURALISMO NA PRODUÇÃO FEMININA NOS SERTÕES DO BRASIL. Com: Andrezza Lucas
By Adolfo FreytasO vento varre o pó solto no chão. O sol queima a pele já esfolada pelos grãos dessa areia. O olho arde. O sertão é imensidão. Dá para dizer que também é feminino.
Nascer mulher aqui traz junto uma carga de significados e de expectativas. Da mulher sertaneja exige-se muito, e ela entrega mais. E ela sofre. E ela esquece. E ela segue.
No sertão também é notável a liderança feminina na maioria dos lares. Muitas dessas mulheres são chefes de família em idade ainda adolescente. Levadas pelas circunstâncias de uma vida com poucos recursos financeiros, educacionais, de saúde. Nessa vastidão, seguir é o que resta.
Participação: Profissionais da saúde na linha de frente da pandemia no Sertão.
ESSA PODCAST É DIVIDIDO EM TRÊS PARTES :
1) DESCONSTRUÇÃO DO ESTEREOTIPO DA MULHER SERTANEJA. Com: Adolfo Freitas
2) A VISÃO SUBJETIVA DO SER MULHER NA ARTE LITERÁRIA. Com: Luiza Correia
3) O PLURALISMO NA PRODUÇÃO FEMININA NOS SERTÕES DO BRASIL. Com: Andrezza Lucas