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Nesta emissão, lançámo-nos no ambiente soturno ao som de uma experiência de Mount Eerie no domínio dos field recordings; é um dos seus lançamentos deste ano, a par de algo de nos chegará ainda no final deste 2019 – guardamos o seu nome bem junto de nós desde o fantástico (mas violento) A Crow Looked at Me. Segue-se Lolina, ex-colaboradora de Dean Blunt (ou actual? quem sabe?), que lança Who Is Experimental Music, registo bem mais vanguardista que o anterior The Tower, que também escutámos. Pelo caminho, houve ainda Sculpture, que passariam em Braga a propósito da Noite Branca.
Por algum motivo que agora não recordo, houve a oportunidade de passar pela música de Jacques Brel, nome essencial da música pop francesa, e cuja influência perpassou para outros mundos; nomeadamente, o de Scott Walker, que ouviríamos de seguida. É lá que vamos passar, recordando antes os Slapp Happy, grupo descendente dos Henry Cow, que se norteia menos no jazz e mais na pop esquisita.
Vamos a Scott Walker, então, recordando Rosemary, uma das mais pungentes canções do seu repertório inicial, à qual juntámos Farmer In The City, também muito violenta, e que já por aqui passou (várias) vezes – é irresistível. Terminámos ao som de Vegetal Negatives, disco de Symbiogenesis que nos tocou num nervo que necessitava estimulação.
// (fireworks & wind) – Mount Eerie
By Alexandre PintoNesta emissão, lançámo-nos no ambiente soturno ao som de uma experiência de Mount Eerie no domínio dos field recordings; é um dos seus lançamentos deste ano, a par de algo de nos chegará ainda no final deste 2019 – guardamos o seu nome bem junto de nós desde o fantástico (mas violento) A Crow Looked at Me. Segue-se Lolina, ex-colaboradora de Dean Blunt (ou actual? quem sabe?), que lança Who Is Experimental Music, registo bem mais vanguardista que o anterior The Tower, que também escutámos. Pelo caminho, houve ainda Sculpture, que passariam em Braga a propósito da Noite Branca.
Por algum motivo que agora não recordo, houve a oportunidade de passar pela música de Jacques Brel, nome essencial da música pop francesa, e cuja influência perpassou para outros mundos; nomeadamente, o de Scott Walker, que ouviríamos de seguida. É lá que vamos passar, recordando antes os Slapp Happy, grupo descendente dos Henry Cow, que se norteia menos no jazz e mais na pop esquisita.
Vamos a Scott Walker, então, recordando Rosemary, uma das mais pungentes canções do seu repertório inicial, à qual juntámos Farmer In The City, também muito violenta, e que já por aqui passou (várias) vezes – é irresistível. Terminámos ao som de Vegetal Negatives, disco de Symbiogenesis que nos tocou num nervo que necessitava estimulação.
// (fireworks & wind) – Mount Eerie