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Esta segunda parte começa por revelar o segredo que o João ficou de contar na primeira.
"No teu dia-a-dia, tu vives em função dos objetivos que tu traçaste ou em função do teu propósito de vida?"
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(0:00) Introdução
(0:24) Viver em função de objetivos ou de um propósito?
(5:20) Trabalhar com planeamento e/ou deixando fluir?
(8:04) “Ao invés de esperarmos que apareçam bons políticos porque não tornarmo-nos nós bons eleitores?”
(12:53) De onde vem a apatia política? Como se desperta a vontade de agir?
(21:14) O despertar para a política vem da educação ou de sentir o impacto na política no nosso dia-a-dia?
(36:30) Dicas para quem se interessa por política, mas não sabe por onde começar
(41:57) "Dado que, as novas gerações, estão a utilizar formas mais criativas e não tradicionais, ou seja, fora do sistema, para participar na política, qual achas que será o impacto a curto, médio e longo prazo, dentro do sistema?"
"Porque é que há a expectativa de sermos feministas perfeitas?”
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Obrigado Ana (@analombacorreia) pela tua disponibilidade, partilha e entrega, nesta conversa e em todo o processo. O resultado final deste episódio deve-se muito a ti.
Obrigado, Inês (@inesf_alexandre) por teres, mais uma vez, alinhado nisto comigo. As tuas contribuições enriqueceram este episódio.
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“Isto é muito tempo”, então vai ouvindo por partes:
(0:00) Introdução
(2:16) A expectativa de ser feminista perfeita
(9:27) Igualdade de género: medidas, quotas, consciencialização e linguagem
(22:21) Impacto da igualdade de género na economia
(31:47) Educação: a sua importância e o que podia melhorar
(38:30) Aspetos negativos da filantropia
(42:23) Trazer novos temas, pessoas e perspetivas ao debate público
(46:57) Parar, refletir e voltar a focar no impacto que queremos ter
(51:16) Conclusão
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Referências:
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Os excertos dos minutos 18:45 e 22:25 foram retirados do podcast: [IN] Pertinente, da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), episódio 33, Economia: A Economia distingue o Género.
O excerto do minuto 38:30 foi narrado do livro Factfulness, de Hans Rosling e Ola Rosling.
"Se nós trabalharmos num sítio que não tem como ambição uma missão social e que seja um sítio corporativo, de business, puro e duro, isso significa que nós temos menos voz? Isso significa que nós perdemos a nossa identidade e passamos a ser a identidade da empresa que estamos a representar?"
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Obrigado Inês (@inesf_alexandre) por teres tido paciência para conversar comigo e pela forma generosa e disponível com que te entregaste à conversa.
Obrigado Joana (@joanassm) pela simpatia e por uma apresentação muito melhor do que eu alguma vez faria.
Obrigado Santos (@gsantos_99) por tornares as notas soltas que te mandei num gingle bem catita.
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Excertos retirados dos textos "Eu sou uma pergunta" e "Habitar a pergunta" do livro "O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas", de José Tolentino de Mendonça.
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