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No podcast 100PORCENTOAGRO, você vai descobrir se é possível pulverizar durante a florada do café. E a resposta é sim, mas é preciso ter cuidado.
Afinal, nesse período, é importante escolher produtos que não prejudiquem as flores e os frutos em formação. Além disso, é fundamental selecionar o momento certo para a aplicação, evitando períodos de chuva ou ventos fortes.
Nosso analista de cafeicultura, Gilson Pereira, do Rehagro, vai te ajudar a entender. Fique por dentro das melhores práticas para garantir uma colheita de qualidade e sem prejuízos para sua plantação.
Gilson é cafeicultor com vasta formação, tendo se graduado em Agronomia pelo Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM) e especializado em Manejo da Fertilidade do Solo de Cerrado pelo mesmo instituto. Além disso, ele é um consultor técnico de café e facilitador dos cursos de pós-graduação do Rehagro.
Foto: Fabiano Basttos Marques Dourado/Embrapa
O Plano Nacional de Fertilizantes 2022-2050 está moldando o caminho para a segurança alimentar e reduzindo a vulnerabilidade do Brasil no mercado internacional de commodities.
Nossa analista de meio ambiente e recursos hídricos, Engenheira Florestal e professora universitária Milena Caramori, comenta as estratégias de longo prazo necessárias para enfrentar crises e garantir o abastecimento de milhões de pessoas.
Foto: Governo divulgou em 2022 uso correto de fertilizantes (Foto: Wenderson Araujo-Trilux/AgênciaBrasil)
Nesta semana, a coluna Ciência no Agro traz uma excelente notícia para o Brasil: o país subiu cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) e agora ocupa o 49º lugar entre 132 países, sendo o primeiro da América Latina. Esse avanço é resultado de um trabalho árduo e contínuo em prol da inovação e tecnologia no setor agrícola brasileiro.
No podcast 100PORCENTOAGRO de hoje, abordamos um tema crucial para os produtores de café: o impacto das temperaturas no desenvolvimento das plantas. É sabido que temperaturas extremas podem causar danos significativos à cultura, resultando em perdas de produtividade e qualidade.
De acordo com estudos científicos, temperaturas máximas superiores a 34ºC podem levar ao abortamento das flores do cafeeiro. Esse fenômeno, por sua vez, resulta em uma redução drástica na produtividade da lavoura. É um cenário preocupante para os cafeicultores, que dependem da formação adequada dos frutos para obter uma colheita satisfatória.
Além disso, temperaturas na faixa de 28ºC a 33ºC também podem trazer consequências negativas para as plantas de café. Nesse intervalo, observa-se uma redução na quantidade de folhas e na atividade fotossintética do cafeeiro. Esses efeitos comprometem não apenas a produtividade, mas também a qualidade dos grãos.
Gilson Pereira, nosso analista de cafeicultura, traz comentários especiais sobre o tema.
Gilson é cafeicultor com vasta formação, tendo se graduado em Agronomia pelo Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM) e especializado em Manejo da Fertilidade do Solo de Cerrado pelo mesmo instituto. Além disso, ele é um consultor técnico de café e facilitador dos cursos de pós-graduação do Rehagro.
Foto: Image by wirestock on Freepik" target="_blank" rel="noopener noreferer">Freepik
Nas últimas semanas, o Brasil tem enfrentado uma onda de calor que tem preocupado meteorologistas e pesquisadores. Com temperaturas que chegaram a até 45°C, a produção agrícola, as cotações das commodities no mercado exterior e a saúde dos produtores rurais são alguns dos impactos esperados.
Nossa colunista de recursos hídricos, Milena Caramori, analisa o tema. É fundamental tomar medidas para minimizar os impactos do calor nas plantações e na saúde.
Milena Caramori é engenheira florestal e professora universitária.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a constitucionalidade do trecho da Lei da Reforma Agrária que permite a desapropriação de imóveis rurais produtivos que não cumprem função social. A advogada Pauliane Oliveira, analista de Direito no Agronegócio no podcast 100PORCENTOAGRO, comentou sobre a decisão.
A Confederação Nacional de Agricultura (CNA) havia protocolado uma ação em 2007, alegando que a norma era inconstitucional por igualar propriedades produtivas e improdutivas. No entanto, o relator do caso, ministro Edson Fachin, afirmou que o cumprimento da função social está previsto na Constituição e que a propriedade produtiva deve demonstrar o cumprimento da regra de função social.
Essa decisão tem impacto direto no agronegócio brasileiro e é importante para garantir a justiça social e o desenvolvimento sustentável do setor.
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
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