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Até mesmo quem nunca ouviu falar em PANCS, certamente já saboreou alguma delas. As plantas alimentícias não convencionais são fontes ricas de nutrientes, vitaminas e sais minerais, e possuem qualidades específicas que conferem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e ações terapêuticas. É sobre essas verdadeiras fontes de saúde o tema da semana com a nossa analista Milena Caramori: Engenheira Florestal, Mestre em Recursos Hídricos e Saneamento.
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Foto: Capuchinha é uma das plantas comestíveis mais apreciadas (Agência Brasil)
Atualmente, o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes necessários para repor os nutrientes do solo, o que torna o país altamente dependente de insumos externos. Em 2022, houve problemas com importação de fertilizantes em função dos conflitos entre Rússia e Ucrânia, no leste europeu, especialmente considerando que perto de 20% dos nossos fertilizantes são importados da Rússia. Os fertilizantes ficaram mais caros, reverberando nos preços dos produtos agrícolas. Ou seja, um conflito do outro lado do oceano representa insegurança alimentar por aqui.
Diante dessa realidade, precisamos voltar os olhos para a fertilidade do nosso solo. É preciso pensar em alternativas: como garantir a fertilidade do solo e evitar perda de nutrientes e, assim, reduzir a dependência por insumos externos? A Engenheira Florestal, Mestre em Recursos Hídricos e Saneamento, Milena Caramori, conduz sua análise da semana no 100% Agro.
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Foto: Wenderson Araújo/Trilux/CNA
O dado é apresentado por um levantamento inédito realizado pela Associação Brasileira de Bioinovação e parceiros.
Em estudo, as instituições quantificam a bioeconomia em cenários de transição energética e avaliam como as tecnologias geradas pela chamada economia circular e de baixo carbono podem complementar a transição energética dentro das cadeias produtivas. A ideia é desenvolver processos produtivos mais eficientes e menos intensivos em insumos e energia, fortemente apoiados na biotecnologia. Entre as principais contribuições do estudo está o levantamento de soluções que impactam no aumento da produtividade da agricultura, possibilitam a liberação de áreas que podem ser reaproveitadas por culturas energéticas e que reduzem as emissões de gases de efeito estufa durante o processo produtivo.
Confirma neste episódio com Rodolfo de Souza.
Foto: Raul Silva/Embrapa
No episódio de hoje, a advogada especialista em agronegócio, Pauliane Oliveira, comenta a importância da automotivação neste momento de mudanças significativas na estrutura do governo federal para o setor. Com a eleição de Lula (PT), foi alterada a estrutura unificada que cuidava da agricultura, pecuária e abastecimento.
A advogada Pauliane Oliveira é analista convidada do 100% Agro na coluna semanal de Direito no Agronegócio. Sócia do escritório SantOliveira Advogados, é diretora Gestão de Crédito Agroindustrial da ALAGRO: Academia Latino Americana de Agronegócio, membro da Comissão de Agro da Ordem dos Advogados de Minas Gerais (OAB/MG), da Associação Nacional dos Profissionais de Proteção de Dados e da organização Mulheres Agro pelo Mundo. É, também, Secretária Adjunta da 45ª Subseção da OAB/MG.
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Foto: Arquivo Pessoal
A segurança alimentar é altamente dependente da segurança hídrica. Afinal, sem água não é possível produzir alimentos. A partir deste raciocínio, nossa analista de meio ambiente e recursos hídricos, Milena Caramori, conduz sua análise da semana no 100% Agro.
Em pauta, a integridade dos processos hidrológicos que afetam a disponibilidade de água em quantidade e qualidade.
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Foto: Água e mão (Embrapa)
Diante das incertezas e da imprevisibilidade econômica e política, é importante pensar em gestão de risco e planejamento no agronegócio. Este é o tema do de Pauliane Oliveira com Paulo Cézar Ramos de Oliveira – foto: profissional com experiência de mais de 20 anos na área de controladoria com foco em custos e processos. Paulo César Ramos de Oliveira é graduado em finanças e pós-graduado em custos e controladoria, e já atuou em grandes grupos empresariais multinacionais, tendo participação ativa em processos de fusão, aquisição e incorporação.
A advogada Pauliane Oliveira é analista convidada do 100% Agro na coluna semanal de Direito no Agronegócio. Sócia do escritório SantOliveira Advogados, é diretora Gestão de Crédito Agroindustrial da ALAGRO: Academia Latino Americana de Agronegócio, membro da Comissão de Agro da Ordem dos Advogados de Minas Gerais (OAB/MG), da Associação Nacional dos Profissionais de Proteção de Dados e da organização Mulheres Agro pelo Mundo. É, também, Secretária Adjunta da 45ª Subseção da OAB/MG.
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Foto: Arquivo Pessoal
O Núcleo Tecnológico Uva e Vinho da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) conquistou quatro medalhas de ouro na premiação nacional "Wines of Brazil Awards 2022" por vinhos de verão gestados em sua Vinícola Experimental, localizada em Caldas (Sul de Minas).
Ouça os detalhes neste episódio, com Rodolfo de Souza.
Foto: Epamig
Zoneamento Ecológico-econômico (ZEE) é o tema de estreia da nova colunista do 100% Agro: Milena Caramori é Engenheira Ambiental com Mestrado em Recursos Hídricos e Saneamento, e trará informações e análises contextualizadas sobre temas importantes para o agronegócios.
O ZEE é um instrumento de gestão territorial previsto pela política nacional de meio ambiente destinado a organizar o território de forma a conciliar produção agropecuária e florestal e sustentabilidade, com otimização da produção e manutenção dos serviços ambientais.
RAF
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
A produção científica é a forma mais eficiente de transmissão de conhecimentos, descobertas e teorias, para otimizar processos de produção, com melhorias nos modelos de desenvolvimento e da qualidade de vida da população. Porém, embora a ciência e a tecnologia sejam desenvolvidas constantemente, muitas vezes quem está na prática de campo, por exemplo, não tem acesso a esse conhecimento.
Pensando em conectar o produtor rural e a produção científica e tecnológica que o pesquisador Diego Siqueira (foto) criou a Quanticum, uma empresa dedicada popularizar a ciência e a tecnologia na área de solos.
Este é tema deste episódio, com nosso colunista de ciência e tecnologia, Hélio Lemes Costa Junior.
RAF
Foto: Unesp
As recentes alterações nas normativas trabalhistas implicam em elevação do custo para o produtor rural, porém, esse custo pode ser considerado um investimento, tendo em conta que a adequação do produtor pode evitar prejuízos como indenizações por um eventual acidente de trabalho por incapacitação de profissionais.
Uma das normativas é a NR-31, de 2005, que tem grande importância para o agronegócio, ao estabelecer normas de segurança e saúde no trabalho envolvendo agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura.
Os impactos dessas alterações para o agro são o tema deste episódio. A colunista do 100% Agro, advogada Pauliane Oliveira, conversa com seu colega Michel Santos.
RAF
Foto: Acervo/Agência Brasil
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