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A ordem de serviço para a retomada das obras de implantação da ciclovia na SC-441, no trecho entre a cidade de Jaguaruna e a BR-101, foi assinada pelo governador na tarde desta terça-feira (21). O investimento será de pouco mais de R$ 1 milhão e contemplará aproximadamente 3,2 quilômetros de extensão. A expectativa é que a obra, a cargo da empresa Confer, seja finalizada em cerca de três meses. Em entrevista ao Jornal da Rádio Cidade 1ª Edição, o prefeito Edenilson Montini da Costa disse que fiscalizará para que a obra do estado seja bem feita e dentro do prazo. Ele também falou sobre a tentativa de conter o coronavírus no município.
O deputado estadual Bruno Souza (Novo) está cobrando respostas da Secretaria de Estado da Saúde. Em maio, o governo catarinense afirmou que a dívida da saúde estimada em R$ 750 milhões havia sido quitada. Quatro dias depois o deputado encaminhou ofício pedindo esclarecimentos sobre esses pagamentos, que não foi respondido até hoje. Em entrevista ao Jornal da Rádio Cidade 1ª Edição, o parlamentar questionou "o que o estado está escondendo" e lamentou ter que cobrar o cumprimento da lei. Além disso, Bruno Souza falou sobre o projeto que libera o alvará de estabelecimentos em Santa Catarina. Ouça na íntegra.
Em entrevista a Matheus Aguiar, no Jornal da Rádio Cidade 2ª Edição desta terça-feira (22), o secretário de Saúde de Tubarão, Daisson Trevisol, deu detalhes sobre a distribuição de medicamentos para pacientes com caso confirmado de coronavírus. Os remédios azitromicina, ivermectina e cloroquina serão entregues.
Conforme Daisson, porém, a prefeitura não vai estimular o uso dos remédios, principalmente cloroquina e ivermectina. Mas, caso um paciente queira utilizar o medicamento e o médico responsável aceite prescrever o uso, o poder público vai distribuir.
A ivermectina será comprada. Já a cloroquina vem do Ministério da Saúde. Trevisol também revelou que pacientes com lúpus e que utilizam cloroquina para tratamento poderão retirar o remédio na farmácia da prefeitura, desde que o medicamento esteja em estoque.
Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta quarta-feira (22), o presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Orildo Severgnini, criticou a maneira como o governo federal tratou as cidades de Santa Catarina durante a passagem do ciclone bomba pelo Estado. O político é prefeito de Major Vieira e assumiu a entidade esse ano.
Orildo disse que se enganou ao estimar a quantidade de trabalho à frente da Fecam. "Achei que poderia me dedicar uns dois dias por semana, mas é muito mais", conta. O prefeito reclamou da falta de apoio do governo Carlos Moisés aos municípios atingidos pelo ciclone bomba, há algumas semanas.
Mas coube ao governo federal as principais críticas. Ele disse que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobrevoou cidades atingidas pelo ciclone há cerca de 15 dias. E até agora nenhum município recebeu recursos do governo federal para ajudar na reconstrução.
Apesar disso, Orildo disse que o problema é mais da estrutura do governo, e não de uma ou outra pessoa. A burocracia, conforme o presidente da Fecam, atrasa a resolução do problema.
Em entrevista a Milton Alves, no Notícias da Cidade desta quarta-feira (22), o deputado federal Daniel Freitas (PSL) falou sobre a chegada do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ao estado de Santa Catarina. Cumprindo agenda, será discutido em reunião a situação preocupante que o Estado atravessa por conta da pandemia.
Um dos assuntos que será pauta da reunião com o Ministro da Saúde, será sobre os leitos de UTI habilitados na região. "O Governo Federal tem feito a sua parte e encaminhado recursos, o foro parlamentar, deputados e senadores estão trabalhando na descentralização desses recursos", destaca Daniel Freitas. Confira mais detalhes na entrevista.
De acordo com a diretora executiva da Socimed, Andréa Drumond, 9 dos 10 leitos de UTI do hospital estão ocupadas. Ela também alertou para a dificuldade com a falta de profissionais e insumos hospitalares. Ouça na íntegra a entrevista completa.
Uma audiência pública debateu gastos do Estado com a Covid-19. Deputados, prefeitos e entidades analisaram com o governo do Estado a situação da pandemia em SC. Por mais de duas horas, prefeitos, Ministério Público Estadual, Federação Catarinense de Municípios (Fecam), deputados e entidades ligadas à administração de hospitais filantrópicos se encontraram virtualmente, sob a mediação do Deputado Marcos Vieira (PSDB), presidente da Comissão, para questionar e apresentar queixas e sugestões aos secretários de Estado da Fazenda, Paulo Eli, e da Saúde, André Motta Ribeiro. A Rádio Cidade conversou com Marcos Vieira que deu mais detalhes sobre o assunto. Ouça.
A pele das mãos está exposta a todo tipo de agressão externa. É um dos nossos primeiros veículos de contato com superfícies quentes ou frias, com produtos químicos, com a própria água. Não bastasse todas essas possibilidades, a frequência ainda aumentou. O risco de contágio do novo coronavírus intensificou nossas idas ao banheiro para lavar as mãos ou, ainda, as aplicações de álcool em gel. O resultado é óbvio: mãos extremamente secas, por vezes até rachadas ou machucadas. Por esse motivo a apresentadora Débora Dias conversou com a Dermatofuncional Cristine Bittencourt, e ela traz as orientações.
A prefeitura de Laguna não parece ter decidido o que fazer em relação ao decreto recomendado pela Amurel de fechamento de atividades não essenciais. Em entrevista ao Jornal da Rádio Cidade, o prefeito Mauro Candemil (MDB) explicou que a "indecisão" ocorreu em função dos pedidos da classe produtiva da cidade. Mauro questionou os motivos de Criciúma, Itajaí e Joinville estarem com o comércio aberto, uma vez que também são áreas de situação gravíssima. Depois de indecisões e mudanças de decreto, Laguna começa a seguir nesta terça-feira as recomendações da Amurel e terá comércio fechado. Ouça na íntegra.
O decreto que permite apenas atividades essenciais em Tubarão está em vigor desde a última quinta-feira (16). Mas muitos não estão entendendo a gravidade da situação. Festas ocorreram neste fim de semana e empresas tentaram burlar o decreto. A Rádio Cidade entrevistou o diretor-presidente da Funat, Djalma Alves, que está a frente do grupo de fiscalizações da prefeitura da Tubarão. Ele revelou que mais de 500 denúncias ocorreram e festas foram encerradas pelas autoridades no fim de semana. Ouça na íntegra.
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