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Mãe pode tudo? Até estar na linha de frente?
Neste novo quadro da Onda, ouvimos mulheres que ocupam profissões historicamente masculinas e que também são mães.
Elas são delegada, repórter no Brasil e em zonas de conflito, petroleira embarcada, caminhoneira.
Aqui, falam sobre o desejo de ser mãe, o machismo, a volta ao trabalho após a maternidade e as transformações profundas que o encontro com o filho provoca.
Que essas histórias nos inspirem a sonhar alto. E, sobretudo, a não ceder sobre o próprio desejo.
Alguns minutos depois de ter sido assaltada em pleno serviço, Fabiola entrou ao vivo na TV para relatar a agressão.
Repórter policial, ela cruza São Paulo diariamente cobrindo crimes, casos de crianças desaparecidas e feminicídios: uma média de três feminicídios por semana.
Aqui, Fabiola fala sobre a vida corrida, o abraço que oferece às mulheres enlutadas e o desafio de ser mãe de duas meninas em uma sociedade onde a violência contra as mulheres é tão comum.
By Octavie LaroqueMãe pode tudo? Até estar na linha de frente?
Neste novo quadro da Onda, ouvimos mulheres que ocupam profissões historicamente masculinas e que também são mães.
Elas são delegada, repórter no Brasil e em zonas de conflito, petroleira embarcada, caminhoneira.
Aqui, falam sobre o desejo de ser mãe, o machismo, a volta ao trabalho após a maternidade e as transformações profundas que o encontro com o filho provoca.
Que essas histórias nos inspirem a sonhar alto. E, sobretudo, a não ceder sobre o próprio desejo.
Alguns minutos depois de ter sido assaltada em pleno serviço, Fabiola entrou ao vivo na TV para relatar a agressão.
Repórter policial, ela cruza São Paulo diariamente cobrindo crimes, casos de crianças desaparecidas e feminicídios: uma média de três feminicídios por semana.
Aqui, Fabiola fala sobre a vida corrida, o abraço que oferece às mulheres enlutadas e o desafio de ser mãe de duas meninas em uma sociedade onde a violência contra as mulheres é tão comum.