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No dia a dia do trabalho, muita gente ainda opera no triângulo do drama de Kartman, mesmo sem perceber.
A vítima sente que tudo acontece com ela e espera que alguém resolva. O perseguidor cobra, pressiona e aponta erros, mas raramente assume a própria responsabilidade. O salvador tenta ajudar todo mundo, faz pelos outros e acaba reforçando a imaturidade do sistema.
Nenhum desses papéis é assertivo ou sustentável profissionalmente.
Maturidade começa quando a vítima olha para si e pergunta o que preciso aprender aqui. Quando o perseguidor para de acusar e começa a agir, assumindo sua parte. E quando o salvador deixa de fazer pelos outros e passa a orientar, desenvolver e ensinar.
Sair do triângulo do drama é um passo essencial para relações mais maduras, responsáveis e produtivas no trabalho.
By Daniel Fünkler BorelliNo dia a dia do trabalho, muita gente ainda opera no triângulo do drama de Kartman, mesmo sem perceber.
A vítima sente que tudo acontece com ela e espera que alguém resolva. O perseguidor cobra, pressiona e aponta erros, mas raramente assume a própria responsabilidade. O salvador tenta ajudar todo mundo, faz pelos outros e acaba reforçando a imaturidade do sistema.
Nenhum desses papéis é assertivo ou sustentável profissionalmente.
Maturidade começa quando a vítima olha para si e pergunta o que preciso aprender aqui. Quando o perseguidor para de acusar e começa a agir, assumindo sua parte. E quando o salvador deixa de fazer pelos outros e passa a orientar, desenvolver e ensinar.
Sair do triângulo do drama é um passo essencial para relações mais maduras, responsáveis e produtivas no trabalho.