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Neste episódio do Psicanálise e Cultura, convido você a pensar sobre algo aparentemente simples — mas profundamente revelador: a dificuldade (ou a potência) de estar só.
Por que para tantas pessoas é tão angustiante sentar à mesa sozinhas? O que está em jogo quando precisamos sempre de alguém por perto? A partir da clínica e do pensamento de Donald Winnicott, Sigmund Freud, Sándor Ferenczi e Melanie Klein, conversamos sobre a capacidade de estar só, as marcas psíquicas do abandono e a construção de uma relação menos persecutória com o próprio desejo.
Estar só não é solidão.
Estar só pode ser conquista.
Pode ser cuidado.
Pode ser reconciliação.
Talvez aprender a comer consigo mesmo seja também aprender a não se abandonar.
By Psicanalista Sandro CavalloteNeste episódio do Psicanálise e Cultura, convido você a pensar sobre algo aparentemente simples — mas profundamente revelador: a dificuldade (ou a potência) de estar só.
Por que para tantas pessoas é tão angustiante sentar à mesa sozinhas? O que está em jogo quando precisamos sempre de alguém por perto? A partir da clínica e do pensamento de Donald Winnicott, Sigmund Freud, Sándor Ferenczi e Melanie Klein, conversamos sobre a capacidade de estar só, as marcas psíquicas do abandono e a construção de uma relação menos persecutória com o próprio desejo.
Estar só não é solidão.
Estar só pode ser conquista.
Pode ser cuidado.
Pode ser reconciliação.
Talvez aprender a comer consigo mesmo seja também aprender a não se abandonar.