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Neste episódio, mergulho em uma dinâmica que, mesmo com as mudanças sociais, ainda organiza silenciosamente nossas relações amorosas, familiares e sociais: a oposição entre o provedor e a servidora.
Partindo dos campos semânticos das palavras "prover" e "servir", exploramos como essas funções, historicamente ligadas ao masculino e ao feminino, deixaram de ser meros papéis sociais para se tornarem verdadeiras estruturas de identidade e reconhecimento.
O que acontece quando um homem não consegue mais prover? E quando uma mulher decide não servir? Por que o dinheiro ainda é usado como moeda de poder para justificar a desigualdade no cuidado?
Com exemplos da clínica e um olhar atento à psicanálise, discutimos:
Como o machismo estrutural transforma destinos sociais em sofrimento subjetivo.
A "carga mental" e o cansaço psíquico de estar sempre disponível.
O impacto disso na educação das crianças e na perpetuação de ciclos.
A importância de desnaturalizar esses papéis para construir relações mais flexíveis e saudáveis.
Não se trata de abolir o ato de prover ou servir, mas de transformá-los de destinos herdados em escolhas conscientes.
🎧 Ouça agora e reflita: como essas dinâmicas se manifestam na sua vida?
📚 Conheça os cursos e livros de Sandro Cavallote.
🔔 Inscreva-se no canal do YouTube para mais conteúdos.
By Psicanalista Sandro CavalloteNeste episódio, mergulho em uma dinâmica que, mesmo com as mudanças sociais, ainda organiza silenciosamente nossas relações amorosas, familiares e sociais: a oposição entre o provedor e a servidora.
Partindo dos campos semânticos das palavras "prover" e "servir", exploramos como essas funções, historicamente ligadas ao masculino e ao feminino, deixaram de ser meros papéis sociais para se tornarem verdadeiras estruturas de identidade e reconhecimento.
O que acontece quando um homem não consegue mais prover? E quando uma mulher decide não servir? Por que o dinheiro ainda é usado como moeda de poder para justificar a desigualdade no cuidado?
Com exemplos da clínica e um olhar atento à psicanálise, discutimos:
Como o machismo estrutural transforma destinos sociais em sofrimento subjetivo.
A "carga mental" e o cansaço psíquico de estar sempre disponível.
O impacto disso na educação das crianças e na perpetuação de ciclos.
A importância de desnaturalizar esses papéis para construir relações mais flexíveis e saudáveis.
Não se trata de abolir o ato de prover ou servir, mas de transformá-los de destinos herdados em escolhas conscientes.
🎧 Ouça agora e reflita: como essas dinâmicas se manifestam na sua vida?
📚 Conheça os cursos e livros de Sandro Cavallote.
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