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A sensibilidade é um lugar de disputa. De qual lado você está?
Para os espectadores da WWW Society que exigem dados, eu trago a mensuração do intangível. Neste episódio, exploro as órbitas da nossa própria existência e o porquê de pessoas serem infinitamente mais fascinantes (e complexas) do que lugares.
Compartilho com vocês um olhar pessoal sobre energia, memórias presas em roupas de brechó e o meu processo particular de purificação antes de vestir a história de outra pessoa. Uma reflexão sobre não apenas sobreviver ao passado, mas limpá-lo para renascer. Venha descobrir os bastidores desse prisma.
"Poética por convicção operacional"
Significa que a forma como escrevo não é separável do que acredito sobre como sistemas funcionam.
Para o MTA, um sistema que ignora a camada afetiva da experiência humana é um sistema incompleto — não por razões filosóficas abstratas, mas por razões práticas. Ele falha onde mais importa.
Então quando descrevo "talvez as roupas precisem de mim" — isso não é metáfora decorativa.
É a mesma lógica que sustenta o protocolo inteiro: a relação entre humano e objeto, humano e sistema, humano e tecnologia, nunca é unidirecional. Sempre há troca.
Sempre há atrito.
Sempre há transferência.
A sensibilidade, nesse contexto, é o instrumento de leitura dessa troca.
Quem não a cultiva, simplesmente não enxerga o que está acontecendo.
#TecnologiaAfetivaemContexto
By Marília SantosA sensibilidade é um lugar de disputa. De qual lado você está?
Para os espectadores da WWW Society que exigem dados, eu trago a mensuração do intangível. Neste episódio, exploro as órbitas da nossa própria existência e o porquê de pessoas serem infinitamente mais fascinantes (e complexas) do que lugares.
Compartilho com vocês um olhar pessoal sobre energia, memórias presas em roupas de brechó e o meu processo particular de purificação antes de vestir a história de outra pessoa. Uma reflexão sobre não apenas sobreviver ao passado, mas limpá-lo para renascer. Venha descobrir os bastidores desse prisma.
"Poética por convicção operacional"
Significa que a forma como escrevo não é separável do que acredito sobre como sistemas funcionam.
Para o MTA, um sistema que ignora a camada afetiva da experiência humana é um sistema incompleto — não por razões filosóficas abstratas, mas por razões práticas. Ele falha onde mais importa.
Então quando descrevo "talvez as roupas precisem de mim" — isso não é metáfora decorativa.
É a mesma lógica que sustenta o protocolo inteiro: a relação entre humano e objeto, humano e sistema, humano e tecnologia, nunca é unidirecional. Sempre há troca.
Sempre há atrito.
Sempre há transferência.
A sensibilidade, nesse contexto, é o instrumento de leitura dessa troca.
Quem não a cultiva, simplesmente não enxerga o que está acontecendo.
#TecnologiaAfetivaemContexto