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Conversamos com a Dra. Elisabete Pinto, professora do curso de Serviço Social da UFBA - Universidade Federal da Bahia. Formada em Serviço Social pela PUC de Campinas (1986), mestra em Ciências Sociais Aplicada à Educação pela UNICAMP (1993) e doutora em Psicologia Social pela PUC de São Paulo (2004). Ativista em movimentos de empoderamento da mulher negra e periférica. Tem publicado livros que debatem a interseccionalidade entre questão racial, de gênero, classe. Na conversa fala como o racismo atravessou sua vida, apontando o quanto a presença e resistência dos pais foi elemento essencial na sua trajetória. Teceu reflexões sobre as pesquisas que tem desenvolvido na área de avaliação de políticas públicas com recorte étnico-racial e de gênero. O Serviço Social também foi abordado no começo ao fim do episódio, gravado pela Profa. Andréa Pires Rocha, do Departamento de Serviço Social da UEL, em parceria com a Profa. Karima Omar Hadam, docente do curso de Serviço Social da UNESPAR - Paranavaí e doutoranda do Programa em Pós Graduação em Serviço Social e Política Social da UEL. Na trilha sonora escolhida pela Bete Pinto temos: "Sarele" com Inaicyara Falcão dos Santos, do disco Okam.Awa (2002); do Milton Nascimento duas músicas, "Louvação a Mariama", do álbum Missa dos Quilombos (1982), e "Para eu Parar de me Doer", gravada em Encontros e Despedidas (1985); a música "Nobody Knows The Trouble I've Seen", música afro-americana cantada desde o período da escravidão que ficou eternizada em 1958 na voz de Louis Armstrong, aprece em versão gravada ao vivo em 1962; Por fim, temos "O Sal da Terra" de Beto Guedes do álbum Cantos da Lua Vaga (1981). Continuemos aquilombando!
By ANDREA PIRES ROCHAConversamos com a Dra. Elisabete Pinto, professora do curso de Serviço Social da UFBA - Universidade Federal da Bahia. Formada em Serviço Social pela PUC de Campinas (1986), mestra em Ciências Sociais Aplicada à Educação pela UNICAMP (1993) e doutora em Psicologia Social pela PUC de São Paulo (2004). Ativista em movimentos de empoderamento da mulher negra e periférica. Tem publicado livros que debatem a interseccionalidade entre questão racial, de gênero, classe. Na conversa fala como o racismo atravessou sua vida, apontando o quanto a presença e resistência dos pais foi elemento essencial na sua trajetória. Teceu reflexões sobre as pesquisas que tem desenvolvido na área de avaliação de políticas públicas com recorte étnico-racial e de gênero. O Serviço Social também foi abordado no começo ao fim do episódio, gravado pela Profa. Andréa Pires Rocha, do Departamento de Serviço Social da UEL, em parceria com a Profa. Karima Omar Hadam, docente do curso de Serviço Social da UNESPAR - Paranavaí e doutoranda do Programa em Pós Graduação em Serviço Social e Política Social da UEL. Na trilha sonora escolhida pela Bete Pinto temos: "Sarele" com Inaicyara Falcão dos Santos, do disco Okam.Awa (2002); do Milton Nascimento duas músicas, "Louvação a Mariama", do álbum Missa dos Quilombos (1982), e "Para eu Parar de me Doer", gravada em Encontros e Despedidas (1985); a música "Nobody Knows The Trouble I've Seen", música afro-americana cantada desde o período da escravidão que ficou eternizada em 1958 na voz de Louis Armstrong, aprece em versão gravada ao vivo em 1962; Por fim, temos "O Sal da Terra" de Beto Guedes do álbum Cantos da Lua Vaga (1981). Continuemos aquilombando!