João e Zé estudam os trâmites da modernidade portuguesa. Messias tecnológicos e novos partidos; pequeninos sem palavra e voluntários dedicados à nascente religião do século XXI. Zé traz um bocadinho de Nietzsche à mistura (já começa a aproximar-se da obsessão), e tenta expurgar algum do cinismo do João face aos partidos do sistema Lusitano.