Foi um dos maiores vultos da política portuguesa. Defendia as suas causas com unhas e dentes. Por isso, esteve preso, em Peniche, tendo depois fugido para o exílio. Com ele foram mais pessoas. Filhos de comunistas que se viram obrigados a abandonar as famílias por protecção. Na semana em que passam 11 anos sobre a morte de Álvaro Cunhal, recordamos o líder comunista e o o exilio na União Soviética, através do jornalista Adelino Cunha, autor do livro 'Os Filhos da Clandestinidade'.
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