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PAZ PARA TODOS
"A Paz invadiu o meu coração" (Gilberto Gil e João Donato)
Buscava pela paz
utilizando a sua vontade férrea
o esforço individual levado ao limite
mas sempre retornava à guerra
pequeno ou grande
um combate sempre vinha sem avisar
arrebatando-o para a luta
a vontade pessoal era totalmente ineficaz
e, enfim, ele esmoreceu
por mais que sua razão insistisse
o seu coração o traía
pois olhava o mundo à distância
desconfiado
mas sempre pensava no porquê das guerras
nenhum sofrimento é de todos
na loucura do mundo
extenuado de tanto pensar
caiu em desgosto
por enfrentar tanta dor e desesperança
até que dirigiu-se diretamente para dentro de si
em auto investigação
o que fez surgir uma clareza interna
Naquele átimo de segundo
sentiu-se aliviado
pois sentiu que não estava só…
Mas quem estaria assim tão próximo?
Não percebeu ninguém
mas foi envolvido por uma sensação incomum de paz
que o irmanou a todos e ao mundo inteiro
mesmo em relação aos mais irascíveis
ou ferozmente amedrontados
Oriunda dessa conexão interna com o universal
a paz que ele sentiu não era posse individual do seu ser
e, não sendo,
era expressa por meio de um só verbo
que ascende do nadir às alturas mais celestiais
Sim,
como uma força
que inundava seu coração central
e subia ao centro de sua alma
que prontamente se submeteu
Era, então, uma paz definitiva
independente do bem ou do mal
disponível livre e atemporal
estaria acessível a todos
era só questão de tempo
tempo para o amadurecimento das consciências
desejava intensamente isso ao mundo
na certeza de que essa paz chegará para todos nós
Foto gentilmente cedida por Adriana Ponte à revista Logon.
By Rosacruz ÁureaPAZ PARA TODOS
"A Paz invadiu o meu coração" (Gilberto Gil e João Donato)
Buscava pela paz
utilizando a sua vontade férrea
o esforço individual levado ao limite
mas sempre retornava à guerra
pequeno ou grande
um combate sempre vinha sem avisar
arrebatando-o para a luta
a vontade pessoal era totalmente ineficaz
e, enfim, ele esmoreceu
por mais que sua razão insistisse
o seu coração o traía
pois olhava o mundo à distância
desconfiado
mas sempre pensava no porquê das guerras
nenhum sofrimento é de todos
na loucura do mundo
extenuado de tanto pensar
caiu em desgosto
por enfrentar tanta dor e desesperança
até que dirigiu-se diretamente para dentro de si
em auto investigação
o que fez surgir uma clareza interna
Naquele átimo de segundo
sentiu-se aliviado
pois sentiu que não estava só…
Mas quem estaria assim tão próximo?
Não percebeu ninguém
mas foi envolvido por uma sensação incomum de paz
que o irmanou a todos e ao mundo inteiro
mesmo em relação aos mais irascíveis
ou ferozmente amedrontados
Oriunda dessa conexão interna com o universal
a paz que ele sentiu não era posse individual do seu ser
e, não sendo,
era expressa por meio de um só verbo
que ascende do nadir às alturas mais celestiais
Sim,
como uma força
que inundava seu coração central
e subia ao centro de sua alma
que prontamente se submeteu
Era, então, uma paz definitiva
independente do bem ou do mal
disponível livre e atemporal
estaria acessível a todos
era só questão de tempo
tempo para o amadurecimento das consciências
desejava intensamente isso ao mundo
na certeza de que essa paz chegará para todos nós
Foto gentilmente cedida por Adriana Ponte à revista Logon.