Rir para não chorar é a filosofia que Natasha seguiu no seu segundo puerpério. Foi assim que começou a retratar cenas da vida cotidiana de uma recém mãe e publicou os seus desenhos nas redes sociais. A identificação das outras mães com seu trabalho foi imediata. Desromantizar a maternidade tem uma função catártica.
Aqui, Nastasha conta como foi se tornar mãe na Holanda longe dos seus familiares e num pais onde, há pouco tempo, parir em casa era regra. Ela conta como três horas depois do parto estava de volta em casa com a ajuda de uma Kraamzorg, uma mulher enviada pelo Estado para auxiliar a família durante a primeira semana de vida do bebê.
Graças ao seu olhar assertivo e bem humorado, a brasileira, que escreve em português, inglês e holandês, tocou o coração das mães, daqui e de lá.