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Prólogo
Mario Quintana assim como esse episódio nos direciona ao sem sentido e aos limites da experiência humana em sua capacidade de imaginar o “impossível”. Dialogos sobre o completo despreparo que diante da absurda vastidão existencial insurgem.
Esse episódio relata o que pode ser descrito como um trabalho de Acompanhante Terapêutico (AT), assim como alui tudo que se pode estar esperando. Se tratando de uma história íntima, familiar, aconchegante, paradoxalmente inquietante, infamiliar e um incomodo assim como qualquer grande obra.
Uma narração que versa sobre a impossibilidade de nos movermos, de nos comunicarmos, de nos saciarmos e que ao mesmo tempo se mostra um manifesto sobre o prazer, o dinheiro, a dor, a exploração e principalmente sobre a vida à pesar de todas as coisas.
O cravo e a Rosa é pois senão o relato mais intenso desse podcast e muito provavelmente o mais terno, pois é pelo olhar dessa Acompanhante Terapêutica que ouvimos o des.encontro entre o limite e o prazer, a satisfação e a exploração. A partir de sua falta de ar, podemos acompanha-la para ali e além. No final nos perguntarmos: "o que é que acontece em seguida?”
By Mirella D'Angelo VivianiPrólogo
Mario Quintana assim como esse episódio nos direciona ao sem sentido e aos limites da experiência humana em sua capacidade de imaginar o “impossível”. Dialogos sobre o completo despreparo que diante da absurda vastidão existencial insurgem.
Esse episódio relata o que pode ser descrito como um trabalho de Acompanhante Terapêutico (AT), assim como alui tudo que se pode estar esperando. Se tratando de uma história íntima, familiar, aconchegante, paradoxalmente inquietante, infamiliar e um incomodo assim como qualquer grande obra.
Uma narração que versa sobre a impossibilidade de nos movermos, de nos comunicarmos, de nos saciarmos e que ao mesmo tempo se mostra um manifesto sobre o prazer, o dinheiro, a dor, a exploração e principalmente sobre a vida à pesar de todas as coisas.
O cravo e a Rosa é pois senão o relato mais intenso desse podcast e muito provavelmente o mais terno, pois é pelo olhar dessa Acompanhante Terapêutica que ouvimos o des.encontro entre o limite e o prazer, a satisfação e a exploração. A partir de sua falta de ar, podemos acompanha-la para ali e além. No final nos perguntarmos: "o que é que acontece em seguida?”