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No dia 16 de maio de 1997 ficou firmado um acordo com a RTP e 13 confissões religiosas dando origem ao programa «A Fé dos Homens», hoje concretizado também na rádio pública.
«Independentemente do nome da instituição há o nome de pessoas concretas que fizeram este caminho. Este projeto fala do diálogo que existiu entre pessoas, que se conheceram, se aproximaram e agiram em conjunto, em benefício de todos. É preciso que as pessoas se conheçam, se gostem e se respeitem. Ficaram célebres as sandes de queijo que se comiam, por ser o alimento possível ser partilhado entre todas as religiões nos encontros que se mantinham»
«O ambiente de escuta e sinodalidade foi apelando a uma convergência entre projetos, entre várias dioceses, mas dimensões da presença da Igreja que vão sendo relevantes na sociedade atual - e os meios de comunicação sem dúvida que são - devem ser implicados na definição de projetos que se queiram fazer, de forma transversal, para a Igreja em Portugal»
«Sempre me parece que se um produto é bem feito, tem espaço e é reconhecido. Só depende de nós. O trabalho do jornalismo é de equipa: não é de hierarquia, não de afirmação de poder. Parte do conhecimento e da criatividade do jornalista. Quem coordena a equipa só pode soltar a corda porque isto só lá vai por vontade do próprio».
By Agência ECCLESIANo dia 16 de maio de 1997 ficou firmado um acordo com a RTP e 13 confissões religiosas dando origem ao programa «A Fé dos Homens», hoje concretizado também na rádio pública.
«Independentemente do nome da instituição há o nome de pessoas concretas que fizeram este caminho. Este projeto fala do diálogo que existiu entre pessoas, que se conheceram, se aproximaram e agiram em conjunto, em benefício de todos. É preciso que as pessoas se conheçam, se gostem e se respeitem. Ficaram célebres as sandes de queijo que se comiam, por ser o alimento possível ser partilhado entre todas as religiões nos encontros que se mantinham»
«O ambiente de escuta e sinodalidade foi apelando a uma convergência entre projetos, entre várias dioceses, mas dimensões da presença da Igreja que vão sendo relevantes na sociedade atual - e os meios de comunicação sem dúvida que são - devem ser implicados na definição de projetos que se queiram fazer, de forma transversal, para a Igreja em Portugal»
«Sempre me parece que se um produto é bem feito, tem espaço e é reconhecido. Só depende de nós. O trabalho do jornalismo é de equipa: não é de hierarquia, não de afirmação de poder. Parte do conhecimento e da criatividade do jornalista. Quem coordena a equipa só pode soltar a corda porque isto só lá vai por vontade do próprio».