Desde pequena que Leonor Prata Felgar quis ser atriz. Brincar,ousar, experimentar talvez fossem verbos que gostava mais de conjugar e aprendeu, criativamente o que significavam e a importância de no presente e no futuro continuar a afirmá-los.
Na véspera do Dia Mundial do Teatro escutamos quem entende que a arte é algo maior do que ser humano, difícil de explicar, mas que abre horizontes e impacta. É desta forma que Leonor Felgar entende o seu caminho: emprestar a voz, o corpo e a extensão dele para mover pessoas: Sem a expressão artística, o mundo “seria mais pobre” e o ser humano seria “metade do que é”.
Durante este encontro Leonor Felgar teve consigo uma folhaem branco e um lápis. Assume que são instrumentos para organizar pensamento mas são seguramente um espaço livre, onde todos cabem, disponível para receber as cores que “Deus deu a cada um” para “pintar um quadro com amor, verdade, fé e harmonia”.
A jovem de 24 anos, que gostava de ter uma sala de dança emcasa, um espaço livre, diz que também a Igreja precisa de espaço em branco, não ocupados, para receber as perguntas de quem não sabe se tem lugar.