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Como proclamou um filósofo minhoto, que tinha uma relação distante com a ética e com a veracidade dos factos, o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira, no futebol. Dizer que a Académica lidera deixou de ser verdade, após uma aterragem dura na cidade berço.
Numa exibição apagada, os comandados de António Barbosa desceram à terra com estrondo, perdendo, de forma justa, pela margem mínima com o adversário, num jogo que começou a ser perdido fora das quatro linhas, bem antes do apito inicial.
Olhámos as incidências da partida, destacando a exibição positiva do Carlos Alves e o apoio dos sócios e adeptos da Académica presentes, sublinhando a forma como, daqui para a frente, teremos que ser os Reis da humildade e do trabalho. E que, além da farda do Presidente, não haja blazers à vista, antes fatos-macaco adequados ao muito trabalho que há a desenvolver, dentro e fora de campo.
Olhámos o jogo com o Amarante, deixando uma nota de esperança e a certeza que, depois desta aterragem minhota, possamos ganhar impulso e levantar voo, novamente, e retomar o rumo anterior. E deixámos a certeza que, mais do que candidatos a subir, somos candidatos a ganhar aos amarantinos. E que há capacidade no nosso plantel e no nosso treinador para mais alegrias. E que a Académica tem gente, aquela que desejámos que compareça, em massa, no próximo jogo.
Antes de fechar, olhámos outros resultados do universo da Académica e actualizámos o nosso Zandinga, sem alterações nesta jornada.
Episódio que contou com a participação dos nossos enviados especiais ao Minho, Ricardo Goucha, Guilherme Imperial e Filipe Fernandes e do nosso moderador-participante José David Lopes.
By BriosagoloComo proclamou um filósofo minhoto, que tinha uma relação distante com a ética e com a veracidade dos factos, o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira, no futebol. Dizer que a Académica lidera deixou de ser verdade, após uma aterragem dura na cidade berço.
Numa exibição apagada, os comandados de António Barbosa desceram à terra com estrondo, perdendo, de forma justa, pela margem mínima com o adversário, num jogo que começou a ser perdido fora das quatro linhas, bem antes do apito inicial.
Olhámos as incidências da partida, destacando a exibição positiva do Carlos Alves e o apoio dos sócios e adeptos da Académica presentes, sublinhando a forma como, daqui para a frente, teremos que ser os Reis da humildade e do trabalho. E que, além da farda do Presidente, não haja blazers à vista, antes fatos-macaco adequados ao muito trabalho que há a desenvolver, dentro e fora de campo.
Olhámos o jogo com o Amarante, deixando uma nota de esperança e a certeza que, depois desta aterragem minhota, possamos ganhar impulso e levantar voo, novamente, e retomar o rumo anterior. E deixámos a certeza que, mais do que candidatos a subir, somos candidatos a ganhar aos amarantinos. E que há capacidade no nosso plantel e no nosso treinador para mais alegrias. E que a Académica tem gente, aquela que desejámos que compareça, em massa, no próximo jogo.
Antes de fechar, olhámos outros resultados do universo da Académica e actualizámos o nosso Zandinga, sem alterações nesta jornada.
Episódio que contou com a participação dos nossos enviados especiais ao Minho, Ricardo Goucha, Guilherme Imperial e Filipe Fernandes e do nosso moderador-participante José David Lopes.

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