Quem tem uma mãe, tem tudo, poderia falar Catherine. Quando foi adotada bebe, Catherine encontrou uma mãe que lhe serviu de modelo, uma mãe que batalhou e sonhou grande para os seus filhos. Uma mãe que apoiou quando Catherine engravidou aos 19 anos. 18 anos depois do parto, a memória da Catherine está intacta.
Ela conta aqui a sua gravidez numa aldeia indígena, a dor do parto, as palavras violentas do médico, a ausência do marido no puerpério, e a sua decisão de mudar de vida.
Mãe solo, Catherine deixou São Luís e foi para São Paulo em busca de um futuro melhor. Não tinha recursos materiais, mas foi com o mais precioso dos recursos: a sua mãe e a sua irmã, a sua inabalável rede de apoio.
Obrigada Catherine pela sua confiança.