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Este episódio foi gravado no encontro da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, que chamamos de ESOCITE-BR. Esta décima edição do evento aconteceu em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas, no final de outubro de 2023.
Nesta ESOCITE-BR, nós propusemos o Fórum “Perspectivas feministas sobre ciência e tecnologia: experiências de troca e mobilização a partir da antropologia” que teve esta proposta original:
Este fórum propõe uma conversa entre antropólogas e interlocutoras situadas a partir de perspectivas feministas que percorrem o campo CTS. Pretendemos discutir em que medida o desenvolvimento científico/tecnológico atende a prioridades efetivamente coletivas, populares e locais; como dialogam movimentos sociais e pesquisas das áreas biológicas e exatas, e das humanidades e dos estudos sociais das ciências e das tecnologias. Como comunicar resultados, disputar sentidos, conversar sobre as pesquisas feitas sobre ciência e tecnologia na América Latina com um público mais amplo que o científico, e explorando através dos podcasts as transmidialidades do som, do texto, e da imagem? O fórum movimentará esta questão a partir de experiências de pesquisa sobre temáticas como menstruação, parto e os estudos de deficiência. Através de experimentações com a comunicação da ciência, através do podcast, propomos pensar como a perspectiva antropológica pode ajudar a inserir a ciência e tecnologia produzidas na América Latina no debate público, de perspectivas feministas conectadas às demandas que se articulam através de movimentos sociais. Como as sonoridades podem compor afetos que transformem as percepções e sentidos das ciências? Será possível pensarem decolonizar a ciência e a tecnologia a partir dos problemas colocados pelos estudos sociais das ciências e tecnologia sem nossa região? Será o áudio em podcast um tipo de mídia favorável para a produção de sentidos e afetos que humanizem mais a ciência, os/as cientistas, e redirecionem suas práticas para realidades mais democráticas, justas e inclusivas? Perguntamos, finalmente, como os estudos antropológicos sobre ciência, tecnologia e as tecnociências podem contribuir para deslocamentos de perspectiva e para a produção de novos horizontes de pensamento sobre o tipo de sociedade na qual queremos viver. Os debates fomentados ajudarão a levantar elementos para a discussão sobre ciência, educação e desenvolvimento de uma perspectiva que deixa de tratar a ciência por seu caráter eminentemente técnico, privilegiando identificá-la como uma prática humana, com pressupostos e expectativas sociais e políticas.
O formato de Fórum previu a participação dialogada de três duplas. Primeiro, Telma Low (psicóloga e professora da UFAL) e Débora Allebrandt (antropóloga e professora da UFAL). Segundo, Laert Malta (estudante de psicologia da UFAL e ativista no campo trans e da deficiência) e Nádia Meinerz (antropóloga e professora da UFAL). E a terceira dupla, Isabel de Rose (antropóloga e professora da Universidade Federal de Santa Catarina) e Clarissa Reche (antropóloga e doutora pela Universidade Estadual de Campinas). Daniela Manica, coordenadora do Mundaréu, antropóloga e professora da Unicamp, coordenou o Fórum.
Telma Low:
Débora Allebrandt:
Laert Malta e Silva:
Nádia Elisa Meinerz:
Clarissa Reche Nunes da Costa:
Isabel Santana de Rose:
Expediente:
Agradecimentos: Organização da ESOCITE-BR, Universidade Federal de Alagoas, Janine Mathias, LABJOR/Unicamp, FAPESP, CNPq e toda a equipe do Mundaréu da UnB e da Unicamp.
By MundaréuEste episódio foi gravado no encontro da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, que chamamos de ESOCITE-BR. Esta décima edição do evento aconteceu em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas, no final de outubro de 2023.
Nesta ESOCITE-BR, nós propusemos o Fórum “Perspectivas feministas sobre ciência e tecnologia: experiências de troca e mobilização a partir da antropologia” que teve esta proposta original:
Este fórum propõe uma conversa entre antropólogas e interlocutoras situadas a partir de perspectivas feministas que percorrem o campo CTS. Pretendemos discutir em que medida o desenvolvimento científico/tecnológico atende a prioridades efetivamente coletivas, populares e locais; como dialogam movimentos sociais e pesquisas das áreas biológicas e exatas, e das humanidades e dos estudos sociais das ciências e das tecnologias. Como comunicar resultados, disputar sentidos, conversar sobre as pesquisas feitas sobre ciência e tecnologia na América Latina com um público mais amplo que o científico, e explorando através dos podcasts as transmidialidades do som, do texto, e da imagem? O fórum movimentará esta questão a partir de experiências de pesquisa sobre temáticas como menstruação, parto e os estudos de deficiência. Através de experimentações com a comunicação da ciência, através do podcast, propomos pensar como a perspectiva antropológica pode ajudar a inserir a ciência e tecnologia produzidas na América Latina no debate público, de perspectivas feministas conectadas às demandas que se articulam através de movimentos sociais. Como as sonoridades podem compor afetos que transformem as percepções e sentidos das ciências? Será possível pensarem decolonizar a ciência e a tecnologia a partir dos problemas colocados pelos estudos sociais das ciências e tecnologia sem nossa região? Será o áudio em podcast um tipo de mídia favorável para a produção de sentidos e afetos que humanizem mais a ciência, os/as cientistas, e redirecionem suas práticas para realidades mais democráticas, justas e inclusivas? Perguntamos, finalmente, como os estudos antropológicos sobre ciência, tecnologia e as tecnociências podem contribuir para deslocamentos de perspectiva e para a produção de novos horizontes de pensamento sobre o tipo de sociedade na qual queremos viver. Os debates fomentados ajudarão a levantar elementos para a discussão sobre ciência, educação e desenvolvimento de uma perspectiva que deixa de tratar a ciência por seu caráter eminentemente técnico, privilegiando identificá-la como uma prática humana, com pressupostos e expectativas sociais e políticas.
O formato de Fórum previu a participação dialogada de três duplas. Primeiro, Telma Low (psicóloga e professora da UFAL) e Débora Allebrandt (antropóloga e professora da UFAL). Segundo, Laert Malta (estudante de psicologia da UFAL e ativista no campo trans e da deficiência) e Nádia Meinerz (antropóloga e professora da UFAL). E a terceira dupla, Isabel de Rose (antropóloga e professora da Universidade Federal de Santa Catarina) e Clarissa Reche (antropóloga e doutora pela Universidade Estadual de Campinas). Daniela Manica, coordenadora do Mundaréu, antropóloga e professora da Unicamp, coordenou o Fórum.
Telma Low:
Débora Allebrandt:
Laert Malta e Silva:
Nádia Elisa Meinerz:
Clarissa Reche Nunes da Costa:
Isabel Santana de Rose:
Expediente:
Agradecimentos: Organização da ESOCITE-BR, Universidade Federal de Alagoas, Janine Mathias, LABJOR/Unicamp, FAPESP, CNPq e toda a equipe do Mundaréu da UnB e da Unicamp.

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