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Das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) aos comboios do Exército nas ruas, a crise de segurança no estado do Rio de Janeiro parece não ter fim e expõe outro lado do mesmo problema: temos a polícia que mais mata e a que mais morre. Até quando civis e militares serão assassinados por uma política de sangue? Quais políticas públicas são efetivas para o enfrentamento às narcomilícias, cada vez mais crescentes? Para entender melhor o tema, convidamos Maria Isabel Couto, diretora de dados e transparência do Instituto Fogo Cruzado; Paulo Storani, mestre em antropologia social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; e Robson Rodrigues, antropólogo, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência (LAV), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), coronel da reserva da PM do Rio e ex-comandante das UPPs.
By Jabuticaba Sem CaroçoDas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) aos comboios do Exército nas ruas, a crise de segurança no estado do Rio de Janeiro parece não ter fim e expõe outro lado do mesmo problema: temos a polícia que mais mata e a que mais morre. Até quando civis e militares serão assassinados por uma política de sangue? Quais políticas públicas são efetivas para o enfrentamento às narcomilícias, cada vez mais crescentes? Para entender melhor o tema, convidamos Maria Isabel Couto, diretora de dados e transparência do Instituto Fogo Cruzado; Paulo Storani, mestre em antropologia social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; e Robson Rodrigues, antropólogo, pesquisador do Laboratório de Análise da Violência (LAV), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), coronel da reserva da PM do Rio e ex-comandante das UPPs.