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A pandemia de COVID-19 trouxe várias mudanças no nosso comportamento, econômicas, sociais e psicológicas. Alguns analistas apontam que vivemos uma epidemia de solidão, usando a Internet como muleta emocional. Em um levantamento feito pela Ipsos, metade da população brasileira diz que se sente solitária. Os dados colocam o Brasil em primeiro lugar em um ranking de 28 países analisados. Como forma de enfrentamento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) vai abordar, durante os próximos três anos, a solidão como uma ameaça global e urgente para a saúde. Quem são os mais vulneráveis? As redes sociais contribuem para um sentimento de solidão no mundo? Para discutir o assunto convidamos Edna Ponciano, professora do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e Michel Alcoforado, antropólogo e fundador da consultoria Consumoteca.
By Jabuticaba Sem CaroçoA pandemia de COVID-19 trouxe várias mudanças no nosso comportamento, econômicas, sociais e psicológicas. Alguns analistas apontam que vivemos uma epidemia de solidão, usando a Internet como muleta emocional. Em um levantamento feito pela Ipsos, metade da população brasileira diz que se sente solitária. Os dados colocam o Brasil em primeiro lugar em um ranking de 28 países analisados. Como forma de enfrentamento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) vai abordar, durante os próximos três anos, a solidão como uma ameaça global e urgente para a saúde. Quem são os mais vulneráveis? As redes sociais contribuem para um sentimento de solidão no mundo? Para discutir o assunto convidamos Edna Ponciano, professora do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e Michel Alcoforado, antropólogo e fundador da consultoria Consumoteca.