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Em 1966, o Presidente da República Américo Tomás, é recebido pelos figueirenses, com grande entusiasmo, no dia da inauguração do Porto.
Coelho Jordão recorda-o através das palavras escritas no Voz da Figueira, "chuva de papelinhos encarnados e verdes, flores numa mistura com um sorriso grande e aberto ao sr. Presidente da República, a emoldurar um quadro único, imponente mesmo, nunca por nós presenciado".
Em 1966, o Presidente da República Américo Tomás, é recebido pelos figueirenses, com grande entusiasmo, no dia da inauguração do Porto.
Coelho Jordão recorda-o através das palavras escritas no Voz da Figueira, "chuva de papelinhos encarnados e verdes, flores numa mistura com um sorriso grande e aberto ao sr. Presidente da República, a emoldurar um quadro único, imponente mesmo, nunca por nós presenciado".