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Quantas vezes já entraste numa reunião irritado — e só percebeste o impacto que tiveste na equipa quando já era tarde demais?
A verdade é que muitos de nós, enquanto líderes, passamos anos a desenvolver competências técnicas, estratégicas, operacionais... e esquecemos a única que realmente determina se as pessoas nos seguem por obrigação ou por escolha.
👉 O problema não é falta de conhecimento — é falta de consciência
Sabemos o que é inteligência emocional. Já ouvimos falar. Achamos até que a temos desenvolvida. Mas quando a pressão aperta, quando alguém falha, quando os resultados não aparecem... reagimos. Explodimos. Ou fechamo-nos. E depois perguntamo-nos porque é que a equipa anda desmotivada.
👉 Os números não mentem
90% das pessoas reconhecidas como high performers têm elevada inteligência emocional. Líderes empáticos têm um desempenho 40% superior. Equipas com líderes mocionalmente inteligentes têm quatro vezes menos rotatividade. Não é coincidência. É causa e efeito.
👉 A armadilha em que todos caímos
"Não tenho tempo para isso." "As emoções ficam à porta do trabalho." "Isso é muito bonito, mas eu preciso de resultados." Reconheces? O problema é que não ter tempo para desenvolver inteligência emocional custa-nos tempo — em conflitos mal resolvidos, em decisões reativas que temos de corrigir, em pessoas boas que se vão embora.
👉 E se o primeiro passo for mais simples do que pensas?
Neste episódio, exploramos o modelo RULER — cinco passos para reconhecer, compreender, nomear, expressar e regular emoções. Falamos dos seis estilos de liderança e de quando usar cada um. E partilhamos ferramentas práticas que podes começar a aplicar hoje. Não amanhã. Hoje.
Porque liderar com inteligência emocional não é ser soft. É ter a coragem de influenciar sem manipular, orientar sem dominar, e cuidar sem perder a direção.
Subscreve e deixa like no podcast.
By JOAO FERNANDESQuantas vezes já entraste numa reunião irritado — e só percebeste o impacto que tiveste na equipa quando já era tarde demais?
A verdade é que muitos de nós, enquanto líderes, passamos anos a desenvolver competências técnicas, estratégicas, operacionais... e esquecemos a única que realmente determina se as pessoas nos seguem por obrigação ou por escolha.
👉 O problema não é falta de conhecimento — é falta de consciência
Sabemos o que é inteligência emocional. Já ouvimos falar. Achamos até que a temos desenvolvida. Mas quando a pressão aperta, quando alguém falha, quando os resultados não aparecem... reagimos. Explodimos. Ou fechamo-nos. E depois perguntamo-nos porque é que a equipa anda desmotivada.
👉 Os números não mentem
90% das pessoas reconhecidas como high performers têm elevada inteligência emocional. Líderes empáticos têm um desempenho 40% superior. Equipas com líderes mocionalmente inteligentes têm quatro vezes menos rotatividade. Não é coincidência. É causa e efeito.
👉 A armadilha em que todos caímos
"Não tenho tempo para isso." "As emoções ficam à porta do trabalho." "Isso é muito bonito, mas eu preciso de resultados." Reconheces? O problema é que não ter tempo para desenvolver inteligência emocional custa-nos tempo — em conflitos mal resolvidos, em decisões reativas que temos de corrigir, em pessoas boas que se vão embora.
👉 E se o primeiro passo for mais simples do que pensas?
Neste episódio, exploramos o modelo RULER — cinco passos para reconhecer, compreender, nomear, expressar e regular emoções. Falamos dos seis estilos de liderança e de quando usar cada um. E partilhamos ferramentas práticas que podes começar a aplicar hoje. Não amanhã. Hoje.
Porque liderar com inteligência emocional não é ser soft. É ter a coragem de influenciar sem manipular, orientar sem dominar, e cuidar sem perder a direção.
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