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O 1º Congresso Nacional de Trabalhadores da Saúde Mental, realizado no dia 18 de maio de 1987, em Bauru (SP), é um marco do movimento antimanicomial no país. O evento estabeleceu diretrizes básicas para a Lei da Reforma Psiquiátrica, nº 10.216, em 2001, reformulando o modelo de assistência aos pacientes e promovendo o fechamento de leitos nos hospitais psiquiátricos. Especialistas apontam que até o início dos anos 2000 o Brasil tinha o maior sistema manicomial da América Latina, com mais de 100 mil pessoas internadas. O que mudou de lá para cá? Quais são os principais estigmas que as pessoas com diagnóstico de doença mental enfrentam até hoje? Para discutir o assunto, recebemos Daniela Arbex, jornalista e autora do livro "Holocausto brasileiro"; Letícia Bulhões Padilha, autora, roteirista e professora de roteiro, neta de uma vítima de internação psiquiátrica compulsória na década de 1970; e Tathiana Gomes, professora da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e uma das coordenadoras da pesquisa sobre comunidades terapêuticas feita em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
By Jabuticaba Sem CaroçoO 1º Congresso Nacional de Trabalhadores da Saúde Mental, realizado no dia 18 de maio de 1987, em Bauru (SP), é um marco do movimento antimanicomial no país. O evento estabeleceu diretrizes básicas para a Lei da Reforma Psiquiátrica, nº 10.216, em 2001, reformulando o modelo de assistência aos pacientes e promovendo o fechamento de leitos nos hospitais psiquiátricos. Especialistas apontam que até o início dos anos 2000 o Brasil tinha o maior sistema manicomial da América Latina, com mais de 100 mil pessoas internadas. O que mudou de lá para cá? Quais são os principais estigmas que as pessoas com diagnóstico de doença mental enfrentam até hoje? Para discutir o assunto, recebemos Daniela Arbex, jornalista e autora do livro "Holocausto brasileiro"; Letícia Bulhões Padilha, autora, roteirista e professora de roteiro, neta de uma vítima de internação psiquiátrica compulsória na década de 1970; e Tathiana Gomes, professora da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e uma das coordenadoras da pesquisa sobre comunidades terapêuticas feita em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).