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Os partidos que vão disputar as eleições municipais em outubro estão em uma verdadeira competição pelos quase R$ 5 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). O valor foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Partido Liberal (PL) vai receber a maior fatia do fundo, enquanto partidos menos conhecidos, como Agir, DC e UP ficarão com as menores quantias e poderão gastar em torno de R$ 3 milhões nas suas campanhas. Também chamado de Fundo Eleitoral, o FEFC é alvo de críticas, sendo vinculado à ideia de desperdício de dinheiro por parte dos políticos. Ainda assim, o valor previsto dobrou, comparado ao das últimas eleições. Essa distribuição de recursos eleitorais é uma particularidade do Brasil? Para responder essa e outras questões, recebemos Glauco Peres da Silva, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP); e Marcus Ianoni, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense (UFF).
By Jabuticaba Sem CaroçoOs partidos que vão disputar as eleições municipais em outubro estão em uma verdadeira competição pelos quase R$ 5 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). O valor foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Partido Liberal (PL) vai receber a maior fatia do fundo, enquanto partidos menos conhecidos, como Agir, DC e UP ficarão com as menores quantias e poderão gastar em torno de R$ 3 milhões nas suas campanhas. Também chamado de Fundo Eleitoral, o FEFC é alvo de críticas, sendo vinculado à ideia de desperdício de dinheiro por parte dos políticos. Ainda assim, o valor previsto dobrou, comparado ao das últimas eleições. Essa distribuição de recursos eleitorais é uma particularidade do Brasil? Para responder essa e outras questões, recebemos Glauco Peres da Silva, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP); e Marcus Ianoni, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense (UFF).