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Antes de escrever qualquer coisa, Franz Kafka escreveu diários — de 1909 a 1924, registrou impressões que mais funcionaram como um laboratório de escrita vanguardista do que como diários tradicionais. Lemos todos eles e contamos um pouco sobre a boemia na cidade de Praga, seu encontro com trupes do teatro proletário iídiche, o conceito de literatura menor, além da situação de Kafka e outros judeus famosos do Império Austro-húngaro (Freud, Roth, Zweig, Döblin). Os diários são uma porta de entrada privilegiada para a criatividade perturbada do cara; sem eles o desenvolvimento dessa voz única da literatura ocidental seria impensável.
Kafka, Franz. Tagebücher. Nach der kritischen Kafka-Ausgabe, herausgegeben von Hans-Gerd Koch, Michael Müler und Malcolm Pasley. (3 volumes). Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 1990.
Kafka, Franz. O Veredicto / O Foguista. SP: Cia das Letras, 1989.
Roth, Joseph. Die Kapuzinengruft. Roman. Köln: Verlag Allert de Lange und Verlag Kiepenheuer & Witsch, 1999.
Material consultado
Anderson, Mark M. “[…] nicht mit großen Tönen gesagt”: On Theater and the Theatrical in Kafka. The Germanic Review: Literature, Culture, Theory, Vol. 78, no. 3, 2003, p. 167-176.
Beck, Evelyn Torton. Kafka and the Yiddish Theater: Its Impact on His Work. Madison: University of Wisconsin Press, 1971.
Guntermann, Georg, Vom Fremdwerden der Dinge beim Schreiben: Kafkas Tagebücher als literarische Physiognomie des Autors. Berlin: De Gruyer/Niemeyer, 1991.
Pawel, Ernst. The Nightmare of Reason. A Life of Franz Kafka. New York: Quality Paperback Books, 1984.
Rother, Andrea. ‘Hier muss ich mich festhalten’. Die Tagebücher von Franz Kafka. Tese de doutorado, Geisteswissenschaften der Technischen Universität Berlin, 2007.
Russo, Sâmella Freitas. Os diários de Kafka: uma introdução. Pandaemonium Germanicum, vol. 25, no. 45, jan.-abr. 2022, p. 187-211. https://www.revistas.usp.br/pg/article/view/191512
Música de desfecho
Kafka - Valsa do medo (do álbum Musikanervosa, 1987)
By Aetia editorialAntes de escrever qualquer coisa, Franz Kafka escreveu diários — de 1909 a 1924, registrou impressões que mais funcionaram como um laboratório de escrita vanguardista do que como diários tradicionais. Lemos todos eles e contamos um pouco sobre a boemia na cidade de Praga, seu encontro com trupes do teatro proletário iídiche, o conceito de literatura menor, além da situação de Kafka e outros judeus famosos do Império Austro-húngaro (Freud, Roth, Zweig, Döblin). Os diários são uma porta de entrada privilegiada para a criatividade perturbada do cara; sem eles o desenvolvimento dessa voz única da literatura ocidental seria impensável.
Kafka, Franz. Tagebücher. Nach der kritischen Kafka-Ausgabe, herausgegeben von Hans-Gerd Koch, Michael Müler und Malcolm Pasley. (3 volumes). Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 1990.
Kafka, Franz. O Veredicto / O Foguista. SP: Cia das Letras, 1989.
Roth, Joseph. Die Kapuzinengruft. Roman. Köln: Verlag Allert de Lange und Verlag Kiepenheuer & Witsch, 1999.
Material consultado
Anderson, Mark M. “[…] nicht mit großen Tönen gesagt”: On Theater and the Theatrical in Kafka. The Germanic Review: Literature, Culture, Theory, Vol. 78, no. 3, 2003, p. 167-176.
Beck, Evelyn Torton. Kafka and the Yiddish Theater: Its Impact on His Work. Madison: University of Wisconsin Press, 1971.
Guntermann, Georg, Vom Fremdwerden der Dinge beim Schreiben: Kafkas Tagebücher als literarische Physiognomie des Autors. Berlin: De Gruyer/Niemeyer, 1991.
Pawel, Ernst. The Nightmare of Reason. A Life of Franz Kafka. New York: Quality Paperback Books, 1984.
Rother, Andrea. ‘Hier muss ich mich festhalten’. Die Tagebücher von Franz Kafka. Tese de doutorado, Geisteswissenschaften der Technischen Universität Berlin, 2007.
Russo, Sâmella Freitas. Os diários de Kafka: uma introdução. Pandaemonium Germanicum, vol. 25, no. 45, jan.-abr. 2022, p. 187-211. https://www.revistas.usp.br/pg/article/view/191512
Música de desfecho
Kafka - Valsa do medo (do álbum Musikanervosa, 1987)

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