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Será que dá pra ser mãe e continuar sendo você mesma, essa imensidão que você já é? Foi sobre isso que eu conversei com a Lua Barros, cujo nome é Luara, mas não tem esse apelido impunemente. A Lua ilumina os caminhos de muitas mulheres com seu olhar sobre a maternidade, e esse sotaque nordestino que acalma a gente. Aos 39 anos, ela é mãe de quatro filhos, mulher do Pedro, com quem ela faz o delicioso podcast Dilemas, educadora parental e especialista emocional, dentre mil outras coisas que continua sendo. Porque ser mãe não é se aposentar da gente. E é sobre essas e outras coisas que a gente falou neste papo, celebrando a chegada às livrarias do seu livro Eu não nasci mãe: o que precisei desaprender para ser mãe, pela editora Nacional. Vem ouvir, que tá bom demais.
Siga a Lua no Instagram (@luabarrosf) e já adquira o livro dela, que está em pré-venda na Amazon.
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Silêncio. "Tão necessário quanto o ar que respiramos", como diz uma das convidadas deste episódio, a Monja Simone Keisen. Mas o que a gente chama de silêncio? Ele é possível? Será que o conhecemos de verdade. Vem ouvir. Pode ser que depois você passe a desejar o silêncio.
Participações especiais: Áquila Emanuelle, Pedro Muriel, Carla Madeira, Monja Simone Keisen, Julia Spadaccini, Paula Pfeifer e Luciano Moreira.
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Fred Gontijo deixou o stress da vida urbana e se mudou para o sul da Bahia com a mulher e as filhas. A ideia era tirar um ano sabático. Será que deu certo? Em dez anos, a engenheira Chris Parente morou com a filha no Canadá, França, Suécia e Inglaterra, e agora estão de volta ao Brasil. De todas as mudanças da vida dela, a mais difícil foi uma mudança que ela não escolheu. Ela perdeu o marido de repente, quando a filha deles tinha apenas um ano de idade. Algumas mudanças, a vida impõe pra gente. Outras a gente planeja e… quase nunca saem como o planejado. A vida tem esse poder de surpreender a gente. Muitas vezes, pra melhor. Mas a gente também pode surpreender a vida e mudar o nosso jeito de encarar as coisas. Vem ouvir, que tá transformador.
Siga o Fred e a Chris no instagram: @11.brasil e @maesagitariana.filhacanceriana
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Reparou que eu deixei a palavra “crise” dormindo da porta pra fora? Pois é, o assunto hoje é morar, esse verbo abrangente e tão determinante nas nossas vidas. Pensar a casa, organizar, limpar, amar a casa como a gente se ama – ou não. Casa, corpo, mente, alma, templo. Uma conversa em casa, com visitas especialíssimas e surpreendentes, sobre o significado e o aprendizado de morar – em casa e em nós mesmos. Entre, dê o play e fique à vontade. A casa é sua.
Convidado especial:
Anderson Silva (@falandoemfaxina)
Participações:
Cláudio Henrique dos Santos (@machoseculo21), Glaura Santos (@glaurasantos), Luciana Pinheiro (@lucianana_apinheiro), Micaela Góes (@micaelagoes), Patrícia Guerra (@patriciaguerraarquitetura), Paula Davis (@pauladavis.bailaletra), Regina Beatriz (@reginabeatriz4)
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Pra você ter uma ideia do quanto esse episódio está incrível, o Rubinho (Rubens Aguiar), talento responsável pela montagem e edição do 50 Crises (e também pela produção e pelo conteúdo do podcast Vitamina P, que você precisa ouvir, pelo amor de Deus!), disse que foi muito importante pra ele, como homem, ouvir esse conteúdo. Se foi revelador e interessante pra ele, imagine pra nós, mulheres. Eu tenho certeza de que você vai se surpreender com tudo o que a minha convidada tem a contar. Sabe aquelas conversas em que você para de fazer perguntas e fica ouvindo, de boca aberta? Ana Ester Nogueira Pinto é psiquiatra, psicanalista e psicoterapeuta. Mas esta é só a “ficha cadastral” dela. 25 atrás, ela escreveu um texto riquíssimo chamado “A força do feminino” – que continua absolutamente atual (o que pode ser bom ou preocupante, ainda não sei). E é um pouco do conteúdo dele que norteia essa conversa. Vem ouvir, que tá bonito demais. Você não vai continuar a mesma (nem o mesmo) depois de ouvir. Então eu vou parar por aqui pra você dar o play logo.
Para seguir a Ana Ester no instagram: @ana.ester.n.pinto
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Se tem uma crise que eu não dispenso é a crise de riso. Convidei minha amiga Leila Ferreira, jornalista, escritora e palestrante, pra conversar sobre o humor – ou sobre a falta dele. Humor se aprende? É hereditário? De que é feita essa palavra que nos salva nos momentos difíceis? Vem ouvir e rir com a gente.
Participações do professor Clovis de Barros Filho e do psiquiatra Luís Augusto Dias Malta.
Citação: Dirceu Ferreira, em seu livro "Máximas do Dirceu", Ed. Gutenberg.
Este episódio usou áudios de "Cabeleireira Leila", de Eduardo Sterblitch.
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty Instituto de Beleza
Quanto mais uma pessoa se tatua, mais essa pessoa se tatua. E maior é a sua probabilidade de ouvir perguntas estranhas e inconvenientes Mas por que uma pessoa se tatua? Tatuagem vicia? Qual é o significado da sua tatuagem? E quando você ficar velha? Um podcast sobre desenhos, histórias e interrogações que tornam a vida dos tatuados literalmente mais colorida. Uai, será que é por isso?
Participações de Caio Piastrelli, Carol Dragunskis, Isabela Martins, Mafê Costa, Oliver Bredariol, Ramon Navarro e Rejane Ayres.
Citações no episódio: Anna Cunha, Duke Chargista, Mari Guedes e Tina Berning
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty
Como nasce uma amizade? São as semelhanças ou as diferenças que fazem uma amizade duradoura? Pra falar sobre essa categoria tão especial de relacionamento, mais especificamente sobre a amizade entre mulheres, convidei minha amiga Daniella Zupo, jornalista, escritora e documentarista, que não esconde o seu apreço pela palavra sororidade. Uma conversa sincera sobre essa relação bonita em que uma só quer o bem do outra, simples assim – mas será que é fácil?
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty
E se um dia você se reunisse com os seus pra recontar as histórias da infância? Foi isso que eu fiz com as minhas irmãs neste episódio. Numa sala virtual sem direito a vídeo, só áudio, reconstruímos o clima das conversas dentro do quarto, no escuro, antes de dormir, como nos velhos tempos. Ali revisitamos memórias à medida que elas iam surgindo – algumas divertidas, outras emocionantes, outras meio nebulosas. A diferença é que hoje estamos algumas décadas mais sábias, capazes de compreender melhor os fatos e rir deles. Uma colcha de retalhos de memórias, com um que de humor, um que de cura. Eu garanto que aqui tem alguma coisa sobre a sua história também. Principalmente se você cresceu nos anos 70.
Apoio: Grupo Fredizak
Edição e montagem: Rubens Aguiar
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Trilha sonora: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty
"A palavra envelhecer se tornou tão contaminada pelo desdém e pelo medo, que é tentador prescindir completamente de seu uso." A frase é da jornalista e socióloga Anne Karpf em seu excelente livro Como envelhecer, da coleção School of Life. Será que dizer que "os 50 são os novos 30" ajuda a desmitificar o envelhecimento e combater o etarismo? Ou é mais um equívoco que insiste em negar a idade como se ela é que fosse a grande vilã? Não seria melhor trocar a palavra juventude por vitalidade? Envelhecer é sinônimo de amadurecer? Para quem acaba de completar 50 anos, como eu, essa é uma pauta urgente. Por isso decidi ouvir a terapeuta ocupacional Patrícia Marques, especialista em Saúde Mental e mestre em Gerontologia, que atua como professora da Universidade Sênior de Tondela, em Portugal. Não deixe de ouvir as reflexões oportunas e surpreendentes de quem tem um olhar poético sobre o envelhecimento, mas sem dourar a pílula.
Apoio: Grupo Fredizak
Roteiro, Direção e Narração: Cris Guerra
Produção: Oitava Criações Fonográficas
Design: Braga Design
Arte: Ramon Navarro
Foto: Márcio Rodrigues
Maquiagem: Petty
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