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Tenho um paciente que toma oito xícaras de café por dia e jura que sente nada. Passei a semana pensando nele (e em mim também) depois de ler o estudo recente sobre café e saúde mental — quase quatrocentos e dois mil ingleses, treze anos e meio de seguimento, e uma em J que muda como devemos olhar para a xícara da manhã.
O ponto ótimo é entre x e y xícaras por dia (quer saber? Escute o episódio). Acima ou abaixo disso, o
risco de transtornos de humor e estresse sobe. E o detalhe que está das manchetes é o que mais me interessou: descafeinado
também protegeu, e o gene que metaboliza a cafeína não modificou o efeito.
O que isso significa para o consultório, e o que pedi pro
meu paciente fazer com as oito xícaras dele, é o assunto deste
episódio do Notas de um Psiquiatra.
[REFERÊNCIAS]
Song BR, Xu X, Chen J, Wang Y, Chen Y, Zhang Z, Han C, Dong H, Gao X,
Sun L. Daily coffee drinking and mental health outcomes: Sex
differences and the role of caffeine metabolism genotypes. Journal of
Affective Disorders. 2026;399:120992. doi:10.1016/j.jad.2025.120992
Cornelis MC, et al. Coffee consumption and mortality by genetic
variation in caffeine metabolism: findings from the UK Biobank. JAMA Medicine. 2018.
Kapellou A, Pilic L, Mavrommatis Y. Habitual caffeine intake, genetics and cognitive performance. Journal of Psychopharmacology. 2025.
Se gostou, compartilhe.
Se não gostou, sugira melhorias e temas no @drhamerpalhares.
Dr. Hamer Palhares
PS: Conteúdo de caráter meramente informativo.
@drhamerpalhares
By Hamer PalharesTenho um paciente que toma oito xícaras de café por dia e jura que sente nada. Passei a semana pensando nele (e em mim também) depois de ler o estudo recente sobre café e saúde mental — quase quatrocentos e dois mil ingleses, treze anos e meio de seguimento, e uma em J que muda como devemos olhar para a xícara da manhã.
O ponto ótimo é entre x e y xícaras por dia (quer saber? Escute o episódio). Acima ou abaixo disso, o
risco de transtornos de humor e estresse sobe. E o detalhe que está das manchetes é o que mais me interessou: descafeinado
também protegeu, e o gene que metaboliza a cafeína não modificou o efeito.
O que isso significa para o consultório, e o que pedi pro
meu paciente fazer com as oito xícaras dele, é o assunto deste
episódio do Notas de um Psiquiatra.
[REFERÊNCIAS]
Song BR, Xu X, Chen J, Wang Y, Chen Y, Zhang Z, Han C, Dong H, Gao X,
Sun L. Daily coffee drinking and mental health outcomes: Sex
differences and the role of caffeine metabolism genotypes. Journal of
Affective Disorders. 2026;399:120992. doi:10.1016/j.jad.2025.120992
Cornelis MC, et al. Coffee consumption and mortality by genetic
variation in caffeine metabolism: findings from the UK Biobank. JAMA Medicine. 2018.
Kapellou A, Pilic L, Mavrommatis Y. Habitual caffeine intake, genetics and cognitive performance. Journal of Psychopharmacology. 2025.
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Se não gostou, sugira melhorias e temas no @drhamerpalhares.
Dr. Hamer Palhares
PS: Conteúdo de caráter meramente informativo.
@drhamerpalhares