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O ano de 2021 foi marcado pelas celebrações de aniversário dos 70 anos do Marista Assunção. Hoje, 25/1, dia em que comemoramos o aniversário de 71 anos da instituição, lançamos o último episódio da nossa série celebrativa.
Emoções que fazem da passagem deste ano uma ocasião propícia à gratidão. Render ação de graças é agradecer com o coração todas as bênçãos de um ano marcado por desafios impostos, uma vez mais, pela pandemia, mas que não nos encolheu ou permitiu que nos acomodássemos.
Dentre os sete valores da Rede Marista, a Solidariedade se destaca como sensibilidade às necessidades do outro. Damos especial atenção aos pobres e excluídos. Buscamos auxiliar as pessoas por meio da partilha de dons pessoais e de bens materiais, promovendo a paz, a justiça e a vida como sinal de esperança ao mundo.
O Dia da Consciência Negra nos lembra que ainda há muito por se fazer no Brasil. A data, além de homenagear a cultura ancestral do povo de origem africana que foi escravizado, mobiliza à reflexão e à ação em prol da dignidade, do reconhecimento de que a negritude não é inferior e que o negro tem valor e lugar na sociedade – que ainda apresenta sinais de racismo e preconceito sobre a origem social.
A empatia, como tradicionalmente é entendida, aponta para o horizonte da humanização, do importar-se. Quando nos permitimos deixar tocar pelos sentimentos de outra pessoa nos permitimos dividir, compartilhar a existência. Mas o que é preciso para desenvolver a empatia? Ela é possível?
O olhar atento para os movimentos decorrentes de situações cotidianas dá indícios significativos sobre quais caminhos tomaremos no decorrer de nossas escolhas.
A busca pelo sentido da vida passa pelo questionamento milenar da filosofia ocidental. A compreensão de uma existência que é carente de sentido e que não se responde por si própria motiva nosso pensar em direção a algo que, profundamente, nos diga quem somos, porque fazemos o que fazemos e para onde vamos.
O encontro com o Jovem Montagne, recordado de maneira especial em 28 de outubro nos faz pensar: o que transforma nossa vida?
O voluntariado nos permite ir ao encontro de diferentes realidades e estabelecer um contato transformador, seja na atitude reflexiva sobre os problemas que afligem a sociedade como na busca de soluções práticas que melhorem a vida e as condições das pessoas e das organizações.
A figura que nos inspira, Maria, reforça a ideia de que se está bem quando se faz aquilo que se acredita e, com isso, a vida se torna entrega significativa e repleta de valor. Ao refletirmos sobre nosso nome, que leva um dos muitos títulos de Maria, percebermos a importância de cada vez mais nos vincularmos a essa figura tão importante para nosso fundador São Marcelino Champagnat.
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