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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou sobre os riscos do uso indevido de substâncias como sildenafila e tadalafila. Originalmente indicados para disfunção erétil e hiperplasia prostática benigna, esses medicamentos estão sendo usados de forma indiscriminada, especialmente por jovens, para fins estéticos e recreativos ou para melhorar o desempenho físico. A Anvisa reforça que o uso sem prescrição médica pode ter consequências graves, incluindo infarto, acidente vascular cerebral (AVC), queda de pressão, perda de visão ou audição, e até dependência psicológica. Para conversar sobre os riscos da automedicação, convidamos Flávia Neves, gerente de farmacovigilância da Anvisa; Marcus Leandro, psicólogo clínico na abordagem terapia cognitivo-comportamental (TCC) e especialista em psicopatologia e dependência química; e Luiz Otávio Torres, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
By Jabuticaba Sem CaroçoA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou sobre os riscos do uso indevido de substâncias como sildenafila e tadalafila. Originalmente indicados para disfunção erétil e hiperplasia prostática benigna, esses medicamentos estão sendo usados de forma indiscriminada, especialmente por jovens, para fins estéticos e recreativos ou para melhorar o desempenho físico. A Anvisa reforça que o uso sem prescrição médica pode ter consequências graves, incluindo infarto, acidente vascular cerebral (AVC), queda de pressão, perda de visão ou audição, e até dependência psicológica. Para conversar sobre os riscos da automedicação, convidamos Flávia Neves, gerente de farmacovigilância da Anvisa; Marcus Leandro, psicólogo clínico na abordagem terapia cognitivo-comportamental (TCC) e especialista em psicopatologia e dependência química; e Luiz Otávio Torres, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.