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O dia 3 de janeiro de 2026 redesenhou a geopolítica global. A ofensiva estratégica dos EUA, marcada por bombardeios contra alvos na Venezuela e pelo sequestro do presidente Nicolás Maduro, transcendeu a esfera regional para se consolidar como um recado direto a Moscou, a Pequim e ao BRICS. Com as investidas sobre Caracas, Washington busca forçar sua hegemonia na América Latina, promovendo um laboratório de conflitos. No epicentro dessa disputa está o controle das maiores reservas de petróleo do mundo, um ativo vital para o processo de desdolarização e o fortalecimento da soberania energética. Esse movimento levanta uma questão fundamental: até que ponto a postura dos EUA em 2026 representa uma atualização agressiva da Doutrina Monroe? Para discutir o assunto, recebemos Carolina Pedroso, professora de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autora da tese de doutorado "Entre o bolivarianismo e a adesão à hegemonia: a relação de Venezuela e Estados Unidos durante o chavismo"; e João Cláudio Platenik Pitillo, analista internacional, professor de história, pesquisador do Núcleo de Estudos das Américas (Nucleas), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), coordenador do projeto Geoestratégia Estudos e coautor do livro "América Latina na encruzilhada: lawfare, golpes e luta de classes". Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
By MundiokaO dia 3 de janeiro de 2026 redesenhou a geopolítica global. A ofensiva estratégica dos EUA, marcada por bombardeios contra alvos na Venezuela e pelo sequestro do presidente Nicolás Maduro, transcendeu a esfera regional para se consolidar como um recado direto a Moscou, a Pequim e ao BRICS. Com as investidas sobre Caracas, Washington busca forçar sua hegemonia na América Latina, promovendo um laboratório de conflitos. No epicentro dessa disputa está o controle das maiores reservas de petróleo do mundo, um ativo vital para o processo de desdolarização e o fortalecimento da soberania energética. Esse movimento levanta uma questão fundamental: até que ponto a postura dos EUA em 2026 representa uma atualização agressiva da Doutrina Monroe? Para discutir o assunto, recebemos Carolina Pedroso, professora de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autora da tese de doutorado "Entre o bolivarianismo e a adesão à hegemonia: a relação de Venezuela e Estados Unidos durante o chavismo"; e João Cláudio Platenik Pitillo, analista internacional, professor de história, pesquisador do Núcleo de Estudos das Américas (Nucleas), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), coordenador do projeto Geoestratégia Estudos e coautor do livro "América Latina na encruzilhada: lawfare, golpes e luta de classes". Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.