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Na manhã desta última quarta-feira (08), os atos do 7 setembro começaram a surtir efeitos nas estradas do país. Caminhoneiros bloquearam trechos de rodovias em ao menos 15 estados a favor dos protestos liderados pelo presidente Jair Bolsonaro nesta última terça-feira (07).
Para entender sobre a paralisação e suas causas na economia, confira a entrevista de Sergei Cobra com Tayguara Helou, presidente do sindicato das empresas de transporte de São Paulo (SETCESP).
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
*Estagiário sob supervisão da profissional habilitada Letycia Holanda - MTB: 63024/SP
Diante das ameaças do presidente Jair Bolsonaro nos atos do 7 de setembro, entra em cena a discussão do pedido de impeachment pelos partidos de oposição e centro-direita. Para entender as últimas movimentações que estão ocorrendo em Brasília, Humberto Dantas, cientista político e coordenador da pós-graduação política da FESP-SP, é o entrevistado do Oito em Ponto desta quinta-feira (09).
Se observa que "na pauta das prioridades da nossa sociedade, a democracia não faz parte", comenta o cientista. Para ele, o "Brasil nunca foi, não é e nunca será um país comunista”. Referindo-se que as pessoas estão mais preocupadas com o não comunismo no Brasil do que realmente os direitos democráticos conquistados no país.
Humberto ainda diz que o Brasil quer ver as pessoas julgadas pelos crimes que praticam e não mortas. Relembrando a fala de Bolsonaro que disse que só sai da presidência morto ou preso.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
Diante das últimas manifestações ocorridas neste 7 setembro, cerca de 27 capitais do Brasil registraram atos a favor do atual Presidente da República com pedidos de intervenção militar e ataques ao STF. Segundo o governo de São Paulo, mais de 125 mil pessoas participaram dos atos pró-Bolsonaro na principal capital do país. Para fazer uma análise completa sobre as manifestações desta última terça-feira (7) e a evolução da nova direita brasileira, Sergei Cobra entrevistou no Oito em Ponto desta quarta-feira (8), a pesquisadora Camila Rocha, Doutora em Ciência Política pela USP e autora de 'Menos Marx, Mais Mises - O Liberalismo e a Nova Direita no Brasil'.
Durante entrevista, questionada se o discurso feito pelo Presidente da República seria uma ameaça à democracia, Camila diz que "é importante saber quais forças estão a favor da democracia e quais não." Sendo os jogos de ameaças o problema que precisa ser parado em meio às falas radicais feitas por Bolsonaro.
Para ela, "Não tem como a democracia funcionar bem com ameaças sendo feitas a cada momento". Referindo-se ao Presidente ser da extrema direita e não pertencer a nenhum partido.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
No Oito em Ponto desta terça-feira (7), data que se comemora a independência do Brasil, Sergei Cobra conversou com Mary del Priore, autora do livro “À Procura Deles: Quem são os negros e mestiços que ultrapassaram a barreira do preconceito e marcaram a história do Brasil.”
Priore conta que no século XIX foi um período de muita integração entre os povos, onde ela vê o "racismo chegando no Brasil com a intensidade que ele tem hoje no século XX".
“Não é do berço da nossa civilização o racismo'', comenta a escritora. "A Universidade de Medicina da Bahia tinha muitos negros. Tivemos ministros da guerra que lutaram contra o imperador Dom Pedro II e que depois se tornaram capitães.’’ Segunda ela, o letramento estava dentro da senzala. “Muitos escravos já sabiam ler. Existiam escolas para escravos dentro de fazendas e sobretudo nos cafezais de São Paulo.”
Priore ainda afirma que “existem muitas pessoas interessantes. Temos que tirar essas pessoas do baú.”
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
Nesta terça-feira, 7 setembro, é celebrado a independência do Brasil. Data que marcou uma nova história para o país e que nesse ano conta com as manifestações do presidente Jair Bolsonaro referente a suas ameaças aos ministros do STF e o limite do direito à liberdade de expressão. Para entender melhor sobre esses pontos, Sergei Cobra conversou com o advogado e professor, Ives Gandra, no Oito em Ponto desta segunda-feira (06).
Referindo-se sobre as últimas atitudes de Bolsonaro, Ives comenta dois pontos que "eles exageraram e que ultrapassaram o limite da constituição". O primeiro se caracteriza pelo ativismo judicial onde existe uma "certa invasão de atribuição de outros poderes". E o segundo ponto é a liberdade de expressão. Sobre as ameaças agressivas aos ministros do STF.
“Na prática, minha esperança é que amanhã tenhamos apenas manifestações pacíficas", comenta o advogado. Diante dos atos a favor do Presidente da República previstos para esse feriado.
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Amar e se relacionar é algo necessário para todo o ser humano. Para falar sobre as novas formas de amor e os diferentes tipos de relacionamentos, o Oito em Ponto recebeu nesta sexta-feira (03), a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins.
Durante a conversa com Sergei Cobra, Regina contou que o amor é uma construção social que vem evoluindo ao longo dos séculos, diferentemente do amor romântico. Segundo ela, o amor romântico entra pelas novelas, filmes e publicidades. Ele é baseado na idealização onde “muitas pessoas acabam se desencantando ao longo dos tempos por ter ideais mentirosos sobre o outro”.
Para a escritora, o “modelo de casamento que se vive na nossa cultura não funciona e não funcionará nunca”. Pois se baseia no ciúmes, no controle, na possessividade e no desrespeito na individualidade do outro.
Questionada sobre o homem se sentir superior a mulher, Regina diz que “atualmente os homens estão mais aptos a viver com a mulher no nível de igualdade”.
Desde 2020, com o surgimento da pandemia do novo coronavírus, o uso de aplicativos de serviços e redes sociais têm crescido consideravelmente. De acordo com a pesquisa realizada pelo “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, o setor de vendas online no Brasil teve um aumento de 40% em comparação com os anos anteriores. Para entender como essas mudanças estão mudando nossa maneira de resolver situações do cotidiano e o avanço do universo digital, Sergei Cobra conservou nesta quinta-feira (2) com Álvaro Machado Dias, neurocientista, futurista e apresentador do programa Café Filosófico na TV Cultura.
Durante a conversa, questionado sobre as plataformas digitais que julgamos controlar e o que nos controlam, Álvaro comenta que existem três linhas de força que estão causando essa ideia: economia, tecnologia e tomadas de decisão - fatores comportamentais. Com foco na economia, existe uma mudança em curso na própria natureza do dinheiro. O surgimento de criptomoedas como bitcoins e outras modalidades monetárias estão causando excessos e evasão fiscal. Onde a entrada de moedas digitais locais seria a solução prévia para o aumento do controle e da privacidade digital.
Segundo o Neurocientista, “não dá para saber como as coisas vão evoluir”. Para ele, a inteligência artificial que existe atualmente não consegue perceber os fluxos de sentimentos do ser humano e interpretar nossos pensamentos, “não é desse jeito que o cérebro funciona”.
Citando os “cookies” da internet, Álvaro diz que pesquisas feitas sobre um determinado assunto pelo usuário, podem ser usadas como classificação estratégica de anúncios chamados de “propaganda direcionada”. Dando a sensação que estamos sendo monitorados por outra pessoa.
Com a votação da minirreforma trabalhista prevista para essa semana, o Senado pode aprovar a MP 1045/2021 que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para entender melhor sobre essa mudança, Sergei Cobra conversou nesta quarta-feira (1) com o advogado Carlos Eduardo Ambiel, Professor de Direito do trabalho da FAAP.
Segundo Ambiel, com a aprovação da MP, além das alterações da CLT, o código de processo civil (CPC) também será afetado. Dando direito à justiça gratuita apenas a famílias consideradas de baixa renda. Com renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 550,00), ou renda total de até três salários mínimos (R$ 3.300,00) por mês.
"Muitos empregadores usaram essa MP no período da pandemia para manter seus empregados”, comenta o Professor. Referindo-se a medida provisória que poderá ser consolidada após a votação no Senado.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
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