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O boom da produção de açaí é uma faca de dois gumes. Se por um lado garante o sustento de famílias ribeirinhas, por outro pressiona a biodiversidade amazônica. O fenômeno da "açaização", a substituição de matas diversas por monoculturas da fruta, tem causado o desaparecimento de árvores icônicas, como o jatobá e a samaúma. Como equilibrar a alta demanda do mercado com a preservação da complexidade biológica da região? Para conversar sobre o assunto, chamamos José Antonio Leite, engenheiro florestal e responsável por trasferência de tecnologia na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); e Nazareno Alves, presidente da Associação dos Produtores de Açaí da Amazônia (Amaçaí). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
By Jabuticaba Sem CaroçoO boom da produção de açaí é uma faca de dois gumes. Se por um lado garante o sustento de famílias ribeirinhas, por outro pressiona a biodiversidade amazônica. O fenômeno da "açaização", a substituição de matas diversas por monoculturas da fruta, tem causado o desaparecimento de árvores icônicas, como o jatobá e a samaúma. Como equilibrar a alta demanda do mercado com a preservação da complexidade biológica da região? Para conversar sobre o assunto, chamamos José Antonio Leite, engenheiro florestal e responsável por trasferência de tecnologia na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); e Nazareno Alves, presidente da Associação dos Produtores de Açaí da Amazônia (Amaçaí). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.