Pauline é francesa, empreendedora, e mora em São Paulo. Se para ela a gravidez foi um momento encantado, o puerpério teve outro sabor.
No meio do leite que vaza, dos sangramentos, das regurgitações e das lagrimas, Pauline tentou o impossível: cuidar sozinha da sua filha, Ambre, e da sua empresa.
Com emoção e sinceridade, Pauline conta neste episódio o que poucas falam: as dificuldades dos primeiros meses no papel de mãe. Ela relata o desespero, a degradação física, a falta de autonomia, a frustração de não conseguir ter tempo para seu trabalho e a sensação de ser escravizada pelas demandas da bebê. Ela conta também como reencontrou um equilíbrio, como nasceu o desejo de ter outro filho e como ela conseguiu, com a Brune, viver um puerpério diferente.
Apesar das dores, Pauline não duvida: a maternidade é algo mágico! Ó duplicidade da maternidade!
Com Pauline, falamos de contemplação, de culpa, de vida psíquica, e dos mistérios da maternidade.