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Uma mudança silenciosa nas regras de concessão promete reduzir o alcance do abono salarial no Brasil. A estimativa do Ministério do Trabalho é alarmante: entre 2026 e 2030, cerca de 4,5 milhões de pessoas deixarão de receber o benefício. A conta é simples, mas amarga: o salário mínimo sobe acima da inflação, mas o teto para receber o abono não acompanha esse ritmo. Mas o que isso significa na prática para o bolso dos brasileiros? Para conversar sobre a medida, recebemos Clara Brenck, pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das desigualdades (Made) e professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e Marilane Teixeira, professora do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
By Jabuticaba Sem CaroçoUma mudança silenciosa nas regras de concessão promete reduzir o alcance do abono salarial no Brasil. A estimativa do Ministério do Trabalho é alarmante: entre 2026 e 2030, cerca de 4,5 milhões de pessoas deixarão de receber o benefício. A conta é simples, mas amarga: o salário mínimo sobe acima da inflação, mas o teto para receber o abono não acompanha esse ritmo. Mas o que isso significa na prática para o bolso dos brasileiros? Para conversar sobre a medida, recebemos Clara Brenck, pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das desigualdades (Made) e professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e Marilane Teixeira, professora do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.