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Em 1949, a malha ferroviária brasileira contava com 35 mil quilômetros de extensão. Hoje, encolheu para 30 mil quilômetros. Para compreender o tamanho desse retrocesso, basta comparar o Brasil com outras nações de dimensões continentais, como a China, que possui 165 mil quilômetros de malha ferroviária; e a Índia, que dispõe de 68 mil quilômetros de rede. Esses números evidenciam que o transporte ferroviário se tornou um dos grandes gargalos da economia nacional. Atualmente, os trens movem menos de 18% de toda a carga do país, embora concentrem 100% do transporte de minérios e metade do escoamento de grãos. Como isso afeta a economia nacional? Qual é o impacto no bolso, devido ao frete concentrado em rodovias? Para responder essas e outras questões, convidamos Davi Barreto, diretor-presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF); e Marcus Quintella, diretor da FGV Transportes. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
By Jabuticaba Sem CaroçoEm 1949, a malha ferroviária brasileira contava com 35 mil quilômetros de extensão. Hoje, encolheu para 30 mil quilômetros. Para compreender o tamanho desse retrocesso, basta comparar o Brasil com outras nações de dimensões continentais, como a China, que possui 165 mil quilômetros de malha ferroviária; e a Índia, que dispõe de 68 mil quilômetros de rede. Esses números evidenciam que o transporte ferroviário se tornou um dos grandes gargalos da economia nacional. Atualmente, os trens movem menos de 18% de toda a carga do país, embora concentrem 100% do transporte de minérios e metade do escoamento de grãos. Como isso afeta a economia nacional? Qual é o impacto no bolso, devido ao frete concentrado em rodovias? Para responder essas e outras questões, convidamos Davi Barreto, diretor-presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF); e Marcus Quintella, diretor da FGV Transportes. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.