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Das novas armas que vão definir os próximos meses da invasão russa à Ucrânia ao novo Governo extremista em Israel passando pelo protocolo da Irlanda que parece impossível de cumprir. Estes são os temas em análise na edição desta semana.
Dois anos e dois meses depois, Brasília transformou-se numa réplica do Capitólio com consequências difíceis de prever. Na Câmara dos Representantes norte-americana, foi possível assistir à divisão crónica dos republicanos. Estes e outros temas merecem a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Com especial enfoque na guerra da Ucrânia mas também traçando uma imagem do que que se pode esperar no Médio Oriente e no subcontinente sul-americano, Francisco Seixas da Costa faz uma perspectiva do que pode vir a ser o novo ano na política internacional.
Dos dez meses de conflito na Ucrânia e todas as suas repercussões a um roteiro que percorre França, Reino Unido, Turquia, Brasil, Itália, Irão e Israel, conheça as escolhas de Francisco Seixas da Costa para os acontecimentos que marcaram o ano de 2022.
O Qatargate coloca as instituições europeias num dilema energético difícil de resolver enquanto na Rússia, a recente visita de Putin à Bielorrússia parece revelar alguma insegurança. Insegurança é também o que marca a primeira volta das eleições na Tunísia.
As ligações perigosas entre o Qatar e uma deputada socialista grega põem em causa as instituições europeias? Nesta edição, o embaixador Francisco Seixas da Costa analisa ainda o plano para um golpe de Estado na Alemanha e explica porque o Peru faz questão de lembrar ao mundo que a América Latina será sempre a América Latina.
Com Inverno a fazer-se sentir a leste, a guerra entre a Ucrânia e a Rússia parece estar a entrar numa nova fase. Em Israel, a manutenção da extrema-direita no novo Governo de Benjamin Netanyahu está a gerar incómodo em velhos aliados e nos EUA, Joe Biden alimenta o tabu da sua recandidatura em 2024.
A política de Covid zero começa a fazer mossa na China com o confinamento de centenas de milhões de pessoas a desencadear protestos pouco comuns na presidência de Xi Jinping. Os incidentes diplomáticos no Qatar e a perseguição aos curdos por parte de Erdogan serão também temas em análise
Ao contrário do que se previa, os democratas aguentaram bem – historicamente bem – a investida da onda republicana. E conseguiram mesmo esvaziar a investida que Donald Trump agendara para o período pós-eleitoral, uma espécie de caminhada vitoriosa até à Casa Branca em 2024. Muito longe dali, na Indonésia, Joe Biden e Xi Jinping encontraram-se no âmbito da cimeira do G20 e mantiveram a opção nuclear como uma linha vermelha que, em conjunto, disseram ser inultrapassável.
Com a vitória de Lula da Silva, o Brasil quer voltar a ter um papel preponderante da cena internacional. Nos EUA, adivinha-se que as eleições intercalares podem ser o início de um pesadelo para Joe Biden.
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