Devocional Edificai

A Blasfêmia dos Escribas - Marcos 3.20-30 - Devocional 245


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Em Marcos 3.20 diz: E a multidão vinha junto outra vez, de tal modo que eles nem podiam comer pão.
Quando Jesus foi para casa, uma grande multidão se ajuntou de novo, e era tanta gente, que Jesus e os discípulos não tinham tempo nem para comer.
Os parentes de Jesus souberam disso e foram busco-lo porque algumas pessoas estavam dizendo que Ele estava louco.
Muitos dos servos mais fiéis de Deus já enfrentaram esse tipo de acusação, porém os escribas que haviam descido de Jerusalém em uma comissão especial de inquérito, foram ainda mais longe em sua malevolência.
Cristo está respondendo à acusação de que o milagre que realizara de expulsar um demônio sobre a vida de uma pessoa que era muda, e que ao ser liberta voltou a falar, fora feito pelo poder de Belzebu.
A atitude desses escribas revela a sua completa rejeição do poder e da autoridade de Cristo como o Filho de Deus.
Os escribas e fariseus atribuíram seu poder a Belzebu, que nada mais era que um apelido para Satanás. A Bíblia nos ensina que temos apenas um inimigo espiritual e ele já é um inimigo derrotado.
O poder de Jesus para expulsar demônios mostrava que o reino de Deus estava derrotando o reino de satanás, Jesus estava amarrando o homem forte, o diabo, e reivindicando os cativos de satanás como cidadãos do seu próprio reino.
Jesus salientou que o seu ato de expulsar demônios significava uma vitória sobre o inimigo, e não uma aliança com ele, as obras de satanás opõe-se à obra feita pelo Espírito Santo (Jo 16.8).
Jesus faz um alerta sobre o único pecado imperdoável na Bíblia, o pecado contra o Espírito Santo, um ato de fechar deliberadamente o coração e a mente para o testemunho do Espírito Santo.
Em Mateus 12.32 diz: E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro.
Das três passagens nos evangelhos onde isto é discutido, somente Marcos 3.29 traz a conclusão: “Mas será réu do eterno juízo”, isso significa que esta culpa está sempre presente naquele que não reconheceu o Espírito Santo como o poder por trás da obra de Cristo.
O Espírito Santo representava a manifestação do poder que Cristo possuía, ao negar este poder, os escribas eram culpados de um pecado para o qual não havia perdão.
Em Lucas 11.23 Jesus fala: Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.
Quem somos nos nesta fala do Senhor Jesus, os que ajuntam ou os que espalham na obra?
Que neste dia possamos refletir sobre os nossos atos e que sejamos agradecidos por mais um dia de vida, que você tenha um excelente dia.
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