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As Vanegas é um pequeno conto com notas autobiográficas e todo o ambiente em que se passa é familiar a Agustina – é o Douro. É a casa em frente à da família de Agustina, e as personagens andaram por ali.
Episódio final do podcast Agustina à Boca de Cena, que esteve ativo entre 18/1/2021 e 5/2/2024.
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Música – excertos de:
Este texto, datado de 30 de novembro de 1978, escrito portanto há 45 anos, terá talvez sido publicado no Comércio do Porto, conforme consta numa anotação a lápis. É um texto autobiográfico e fala das festas de Natal da infância de Agustina. Estando nós próximos do Natal de 2023, é altura de o lembrar aqui.
Agustina visita um pequeno cemitério de uma pequena aldeia acima do mar, e discorre sobre aqueles que ali jazem, e a praia que dali vê, e o vento que sopra. Até que umas gotas de chuva começam a cair e a fazem correr dali.
"Argila e Bronze", 14 de Março de 1971, in Alegria do Mundo II, Guimarães Editores.
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Música – excertos de:
“Encomendação das Almas” e “Melopeia de carpideira”, de Música Regional Portuguesa, Vol. 1, Minho, Michel Giacometti e Fernando Lopes Graça, Strauss/Portugal Som (Ministério da Cultura), SP 4198, 1998; “De ma doulour”, de Philipoctus de Caserta, pelo Ferrara Ensemble, dir. de Crawford Young, in Ars Subtilior, Dawn of the Renaissance, col. Century, vol. 7, Harmonia Mundi, HMX 2908169, 2005.
Chega a primavera, e Agustina deixa os livros, sai de casa e vai ao jardim, ao seu jardim do Gólgota. Vê que nasceram os narcisos, as rosas cor de sangue e as belas magnólias. Diz, como o escritor Mishima, que o jardim é como um inferno em equilíbrio – esse jardim melancólico, onde nada se aprende, nem poesia, nem botânica.
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Música – excertos de:
“Ajikan” e “Itsuki no komori uta”, Kofu KIkusui, Noriko Noada, Yayoi Nishimura, Musique traditionnelle du Japon, Vogue CLVLX. 326; “Lachrimae Antiquae”, de John Dowland, por Julian Bream, Dances of Dowland, Julian Bream Edition, Vol. 3, BMG Classics, 09026-61586-2.
Rosa significa a rosa dos ventos, e a necessidade de Agustina de mudar de direção, de caminho a seguir.
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Música – excertos de:
“Pour invoquer Pan, dieu du vent d'été”, de Six épigraphes antiques, de Claude Debussy, sequência MIDI de Thomas Lefeldt, http://www.kunstderfuge.com
Agustina, uma profunda conhecedora da moda, discorre aqui sobre o costureiro Armani, sobre o seu processo criativo. Não é um costureiro, diz Agustina, é um artista, um homem de espírito.
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Agustina dialogo com Camilo, o seu interlocutor preferido, dissecado em muitas páginas da autora. Imagina aqui como se comportaria Camilo com Dostoiévski.
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Música – excertos de:
Agustina escreve esta crónica nas férias de setembro de 1998, em Guéthary. Dedica-a ao castanheiro secular do seu jardim da casa do Gólgota – conta a sua história e peripécias.
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Música – excertos de:
“Saltarello”, de A Chantar – Trovadoras Medievais, Música Antiga da Universidade Federal Fluminense, UFF/FEC, NM 466302, 2002. “Lamento di Tristano & Rotta”, de Insula Feminarum, Resonances médievales de la Féminité Celte, La Reverdie, Arcana, A311, 1997. Pavane pour une infante défunte, de Maurice Ravel, sequência MIDI de Katsuhiro Oguri, www.kunstderfuge.com.
Publica-se este episódio no dia 15 de outubro de 2022, em ligação com as comemorações do centenário do nascimento de Agustina Bessa-Luís.
A Mãe de um Rio é um conto publicado em 1959, tendo na altura sido feita uma gravação da voz de Agustina narrando-o. Manoel de Oliveira usou este conto para um dos segmentos temáticos do filme Inquietude, de 1998.
Infelizmente, o áudio existente encontra-se algo degradado, mas espera-se que, apesar destas limitações, não só o pleno sentido desta bela história seja percetível, mas também que o ouvinte consiga apreciar a expressividade narrativa de Agustina.
Gravação original: Valentim de Carvalho, 1959; reedição de livrinho + CD pelas Edições Babel (Guimarães Ed.), 2014
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Música – excertos de:
“Martírios”, “Dança dos homens” e “Bendito” (duas versões), Música Regional Portuguesa, vol. 3, Beiras, Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça, Strauss/Portugalsom, Ministério da Cultura, 1998. Gravações de Michel Giacometti (1968-70).
Jeux d'eau e “Pavane de la Belle au bois dormant”, da suite Ma Mère l'Oye, de Maurice Ravel. Sequências MIDI de Katsuhiro Oguri, https://www.kunstderfuge.com.
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