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Eu já ouvi, você já ouviu e, quem não ouviu, ainda vai ouvir: “A inteligência artificial vai acabar com a inteligência natural”.
Errado! A inteligência artificial vai revelar a burrice natural.
Alguém, me contando um caso recentemente, me disse que recebeu uma mensagem que continha um travessão — coisa que eu pensava ser comum — e que, por isso, desconfiava que a pessoa tinha usado um ChatGPT da vida para criar aquele texto. Outra reclamação que começou a ganhar força em redes sociais era bem parecida: textos bem escritos passam a ser vistos como criações artificiais e, assim, surgem protestos como “quero ler textos com erros, textos humanos”.
Senhoras e senhores, como assim?
Em toda a minha vida escrevendo, busco constantemente aprimorar meu vocabulário, ortografia e gramática. Escrevo, reviso, escrevo novamente, peço para outro revisar… tudo para que erros não cheguem até o leitor. Editoras gastam fortunas com revisores. Se o erro é banalizado, quem lê vai repetir o erro.
É de uma irresponsabilidade tremenda — por desleixo ou “humanização” — não fazer de tudo para que o erro não chegue ao leitor. Inclusive, usar ferramentas avançadas para revisar gramática, ortografia e erros tipográficos dos textos.
Estamos mergulhados em mediocridade e, ao invés de utilizarmos ferramentas incríveis como a IA para nos aprimorar, estamos nos rebelando em ondas sociais simplesmente para reforçar nossa burrice e esculpir nossa mediocridade.
By Christian GurtnerEu já ouvi, você já ouviu e, quem não ouviu, ainda vai ouvir: “A inteligência artificial vai acabar com a inteligência natural”.
Errado! A inteligência artificial vai revelar a burrice natural.
Alguém, me contando um caso recentemente, me disse que recebeu uma mensagem que continha um travessão — coisa que eu pensava ser comum — e que, por isso, desconfiava que a pessoa tinha usado um ChatGPT da vida para criar aquele texto. Outra reclamação que começou a ganhar força em redes sociais era bem parecida: textos bem escritos passam a ser vistos como criações artificiais e, assim, surgem protestos como “quero ler textos com erros, textos humanos”.
Senhoras e senhores, como assim?
Em toda a minha vida escrevendo, busco constantemente aprimorar meu vocabulário, ortografia e gramática. Escrevo, reviso, escrevo novamente, peço para outro revisar… tudo para que erros não cheguem até o leitor. Editoras gastam fortunas com revisores. Se o erro é banalizado, quem lê vai repetir o erro.
É de uma irresponsabilidade tremenda — por desleixo ou “humanização” — não fazer de tudo para que o erro não chegue ao leitor. Inclusive, usar ferramentas avançadas para revisar gramática, ortografia e erros tipográficos dos textos.
Estamos mergulhados em mediocridade e, ao invés de utilizarmos ferramentas incríveis como a IA para nos aprimorar, estamos nos rebelando em ondas sociais simplesmente para reforçar nossa burrice e esculpir nossa mediocridade.