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Na coluna desta quarta-feira, Atílio Bari comenta o espetáculo “A Médica”, texto do inglês Robert Icke a partir da obra do escritor vienense Arthur Schnitzler, dirigida por Nelson Baskerville. A peça aborda temas sensíveis como religião, racismo e orientação sexual sob a ótica dos “especialistas em todo e qualquer assunto” das redes sociais.
O texto acompanha a Dra. Ruth Wolff, interpretada por Clara Carvalho. Ela é chefe de um departamento especializado em pesquisas sobre o Alzheimer e precisa lidar com o caso de uma adolescente de 14 anos que dá entrada no local por causa de um aborto feito clandestinamente. Quando a médica se recusa a deixar um padre dar a extrema unção à menina, se inicia uma polêmica de proporções gigantescas.
Nas palavras do colunista: “A questão transborda do contexto médico para outros campos de discussão. A doutora não permitiu a entrada do padre porque ela é judia e não entende a importância da presença de um religioso nos momentos finais da vida de uma pessoa católica? Ou será que é porque aquele é um hospital de padrão elevado, e não gosta de atender pacientes que não sejam da elite? Pra complicar a situação, o padre é negro. Ah, então há aí um componente de racismo, certo?”. Ele conclui dizendo: “Uma montagem impactante e corajosa, uma discussão pertinente sobre questões atuais, que afetam cada um de nós e a sociedade como um todo”.
Atílio Bari é idealizador e apresentador (ao lado de Chris Maksud) do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção.
O "Estação Cultura", com apresentação de Madeleine Alves (nas férias de Teca Lima) , vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 e pelo aplicativo Cultura Play, de segunda a sexta-feira, às 10h.
Na coluna desta quarta-feira, Atílio Bari comenta o espetáculo “A Médica”, texto do inglês Robert Icke a partir da obra do escritor vienense Arthur Schnitzler, dirigida por Nelson Baskerville. A peça aborda temas sensíveis como religião, racismo e orientação sexual sob a ótica dos “especialistas em todo e qualquer assunto” das redes sociais.
O texto acompanha a Dra. Ruth Wolff, interpretada por Clara Carvalho. Ela é chefe de um departamento especializado em pesquisas sobre o Alzheimer e precisa lidar com o caso de uma adolescente de 14 anos que dá entrada no local por causa de um aborto feito clandestinamente. Quando a médica se recusa a deixar um padre dar a extrema unção à menina, se inicia uma polêmica de proporções gigantescas.
Nas palavras do colunista: “A questão transborda do contexto médico para outros campos de discussão. A doutora não permitiu a entrada do padre porque ela é judia e não entende a importância da presença de um religioso nos momentos finais da vida de uma pessoa católica? Ou será que é porque aquele é um hospital de padrão elevado, e não gosta de atender pacientes que não sejam da elite? Pra complicar a situação, o padre é negro. Ah, então há aí um componente de racismo, certo?”. Ele conclui dizendo: “Uma montagem impactante e corajosa, uma discussão pertinente sobre questões atuais, que afetam cada um de nós e a sociedade como um todo”.
Atílio Bari é idealizador e apresentador (ao lado de Chris Maksud) do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção.
O "Estação Cultura", com apresentação de Madeleine Alves (nas férias de Teca Lima) , vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 e pelo aplicativo Cultura Play, de segunda a sexta-feira, às 10h.