Carlos Moedas disse ontem, no discurso do 5 de Outubro, que Lisboa vai comemorar o 25 de Novembro. O que é surpreendente é que o Presidente da Assembleia da República, do Partido Socialista, renege aquele que foi o legado de Mário Soares — precisamente o 25 de Novembro — e diga que a data é divisiva. Pois é: divide os democratas da extrema-esquerda que queria transformar Portugal numa ditadura.
Este novo PS está mais próximo dos trotskistas do Bloco de Esquerda do que das suas origens sociais-democratas. Para além da falência económica, o PS quer também conduzir-nos à falência política e moral.