Governo propõe aumento salarial de 1.6% (um ponto seis porcento, leu bem) aos médicos. FNAM, sindicato afecto à CGTP/PCP, exige aumentos de 30%. Ambas as propostas são absurdas, quase insultuosas (uma insulta os médicos, a outra insulta todos os outros funcionários públicos), e mais uma oportunidade perdida para se fazer uma verdadeira reforma das tabelas remuneratórias da administração pública, introduzindo uma componente variável no rendimento, ajustada em função da produtividade.